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Galaxy X, o melhor smartphone do Google que não querem vender

Quando a Apple lançou o iPhone For Ass no Brasil, muito se falou, se criticou e se lamuriou pelo valor exorbitante do aparelho. A verdade é que entre os que reclamam, poderiamos encontrar alguns tipos distintos de pessoas. Os que não tinham condições de comprar, por isso reclamavam, pois na verdade um iPhone não é para seu bico. Essa é a verdade, a Apple lança aparelhos pelo preço que quer, sem se preocupar tanto com preços baixos, pois o que interessa é que seu verdadeiro público alto poderá adquiri-los. E é dentre o próprio público da Apple que encontramos o segundo grupo de reclamadores, os que choram, mas pagam o preço. Às vezes nem têm dinheiro pra isso, mas se viram em empréstimos e créditos à perder de vista, só para estar na moda, com a última versão de um aparelho que é lindo, bem acabado, mas que apesar de muito funcional, não apresenta nada de novo diante de suas versões anteriores. Mas isso não interessa, pois o fato de ser a última versão é o que interessa. E se lançarem um iPhone 5, mudarem um pouquinho o design e não mexerem em mais nada, ainda sim filas e mais filas se formarão no dia do lançamento, com inúmeros fanboys disputando seu lugar ao sol da moda que é ter um iPhone novo, pura questão de status, nada mais que isso.

Antes que comecem a me apedrejar, não estou aqui para criticar tais atitudes, por mais ridículas que sejam. Na verdade admiro a Apple, pois criou algo que nenhuma outra empresa conseguiu, e não estou falando do iPhone, iPad ou outros i. O que Steve Jobs criou foi algo maior, mágico e mais inovador que qualquer aparelho da empresa. É o que alguns conhecem como campo de distorção da realidade, assim a Apple cria mais do que aparelhos necessários, mas cria a necessidade dos aparelhos que cria. Jobs nunca chegou nos seus famosos keynotes dizendo “este é o aparelho que vocês precisam”, mas ele dizia “vocês precisam desse aparelho”.

Mas há mais um grupo de pessoas que de uma forma ou de outra reclama do preço dos aparelhos da Apple, ou dos aparelhos da Apple em geral, mas não por inveja, pois querem, mas não podem ter, ou por hábito ou comodismo, pois no final vão comprar do mesmo jeito. São pessoas que por algum motivo não gostam dos aparelhos da Apple, que não querem ter o iPhone, e as principais pessoas desse grupo são os fanboys do Android. Essa coisa de fanboy em si às vezes beira o ridículo, mas não é sobre isso que eu quero falar, mas sim sobre o mais novo expoente da plataforma móvel do Google, ou pelo menos assim deveria ser, o Galaxy Nexus, ou como é conhecido no Brasil, Galaxy X.

Não sei como as vendas do Galaxy X Nexus estão pelo mundo, mas imagino que no Brasil estão uma bela porcaria. A impressão que se tem é que a única interessada em vender o Galaxy Nexus é o Google, e o Google não vende aparelhos, ainda. Nem a própria fabricante do aparelho, a Samsung, nem as operadoras de telefonia móvel estão interessadas em vender o mais novo Google Device. A Samsung fabricou o Galaxy Nexus à pedido do Google, e o que temos é uma versão Googletizada do seu Galaxy S2. Mas com esse aparelho, o S2, alcançando ótimos números de vendas no mundo todo, e batendo de frente com o iPhone 4S, e também com a nova grande investida de sucesso da Samsung, o Galaxy Note, porque a empresa se preocuparia em vender um aparelho que tem o objetivo de divulgar outra empresa e que poderia colocar em risco suas vendas de seus próprios aparelhos. Parece confuso, mas questões políticas mercadológicas realmente são complicadas, e olha que eu nem sei se esse termo existe. E quanto às operadoras, no caso falando das Brasileiras. Elas gostam de modificar o sistema e encher de tranqueiras, o que o Google limita em seus devices, porque então investiriam em divulgar e forçar as vendas desse aparelho?

Assim, o Galaxy X foi lançado no Brasil, na surdina, sem que ninguém soubesse. A VIVO levou o aparelho para a Campus Party Brasil 2012, mas não havia uma mínima informação sobre ele. Nas lojas não encontramos qualquer material de divulgação, um ou outro site começou a vender o dispositivo do Google, mas sem nenhum alarde. Não houve evento de lançamento e, pelo menos até o último fim de semana, nem o Samgung Experience fez questão de ter uma unidade para testes dos consumidores. E pra terminar, comecei falando sobre as reclamações sobre o preço do iPhone 4S no Brasil, mas para se ter uma ideia, o preço do Galaxy X, sem nenhum plano de operadora, chega a mais de R$ 2.500,00. A primeira coisa que me vem a mente é que estão fazendo o possível para dificultar as vendas desse Google Nexus no Brasil, aliás, o primeiro que chega oficialmente ao Brasil. A segunda coisa que eu penso é que criticar a Apple por seus preços é fácil, mas até o momento nenhuma empresa conseguiu realmente bater de frente. Podem até criar smartphones e tablets melhores, com ótimos hardwares e tudo mais, porém um iPhone, um iPad é muito mais do que só um bom aparelho, é algo que as demais empresas ainda vão ter que ralar muito para alcançar, se é que vão conseguir. Mas nada impede de continuarem buscando um jeito, certo Google?

 
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Publicado por em abril 3, 2012 em Android, TECNOLOGIA

 

8 de março – Dia Internacional da Mulher

O dia 08 de março é dedicado à comemoração do Dia Internacional da Mulher. Esta data anualmente tem sido marcada por reflexões sobre a trajetória da luta feminista e pelo reconhecimento de que há conquistas importantes a serem comemoradas, mas permanece a necessidade de lutarmos para que a
igualdade social entre homens e mulheres transforme-se em realidade concreta. Neste sentido, o conhecimento da situação em que se encontram as mulheres é condição primeira na nossa estratégia de luta.

História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos situadas na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na
fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

 
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Publicado por em março 8, 2012 em DIREITOS HUMANOS

 

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CURIOSIDADE: O escudo do Superman com o fundo preto

Primeira aparição do escudo da casa de El com o fundo preto (Superman de Fleischer – 1941/1942)

Uma das primeiras aparições do escudo da casa de El com o fundo preto

(Superman de Fleischer – 1941/1942 –Imagem de: http://www.nerdeando.com.br)

Estamos acostumados com o símbolo do Superman com S vermelho em um fundo amarelo, que junto com o azul, são as cores clássicas do Superman. Mas nem sempre foi assim. O famoso emblema do primeiro Super Herói do mundo, que já sofreu várias alterações, já teve seu fundo preto, no passado distante e no passado nem tão distante assim.

Action Comics #1
Action Comics #1 (Imagem de: http://www.metropolisplus.com)

Em sua primeira aparição, na Action Comics #1 (1938), o emblema não passava de uma espécie de triângulo, ou coisa do tipo, mas as cores básicas já estavam ali, um S vermelho num fundo amarelo. 

Aparentemente, por erro, ou preferência artística, a capa de Superman #4 (1940) trazia o símbolo com o fundo preto pela primeira vez.

Superman #4_Superman #4 (Imagem de: http://www.metropolisplus.com)

Nos anos 40, a série animada Superman, produzida pelos Estúdios Fleischer, apresentou uma mudança nas cores do emblema do Superman, onde o S era vermelho, fundo preto e a borda amarela. 

Superman de Fleischer (1941-1942

Superman de Fleischer 1941-1942 (Imagem de: http://www.nerdeando.com.br)

No anos 90, a série em quadrinhos O Reino do Amanhã resgata a versão do logo em preto e vermelho, quando Clark Kent, já aposentado, precisa voltar à vestir o uniforme do Superman e exibir no peito o símbolo da esperança para a humanidade. 

O Reino do Amanhã

O Reino do Amanhã (Imagem de: http://omelete.uol.com.br)

Após a saga Mundos em Guerra, o Superman passou a adotar por um tempo um uniforme de luto pelas perdas sofridas durante o combate contra Imperiex, esse era um uniforme com o logo em preto e vermelho. Foi o uso mais recente do símbolo com fundo preto pelo Superman, que aconteceu em 2001.

Supeman após a batalha contra Imperiex
Supeman após a batalha contra Imperiex (Imagem de: http://www.multiversodc.com)

Além disso, tanto o Superboy Primordial, durante a saga Crise Infinita, quanto o Superboy pós-crise (e pré-reboot) também usaram o logo em preto e vermelho. O Superboy Primordial usou uma espécie de armadura, com o logo bem próximo do utilizado pelo Superman após a guerra contra Imperiex. Já o uniforme do Superboy da Era Moderna era uma camiseta preta com o símbolo em vermelho.

Superboy Primordial
Superboy Primordial (Imagem de: http://2.bp.blogspot.com)

Superboy
Superboy da Era Moderna (Imagem de:  http://upload.wikimedia.org)

Já sobre o uniforme do Superboy pós-reboot não há muito o que se comentar, por enquanto.

Novos 52: Superboy - por enquanto, sem comentários
Novos 52: Superboy – por enquanto, sem comentários (Imagem de: http://3.bp.blogspot.com)


 
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Publicado por em dezembro 29, 2011 em HQs

 

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Por: Bruna Stella

Família reunida, mesa farta, presépio, árvore decorada, presentes e sentimentos de união, paz e fraternidade. Assim é o Natal, uma data que revela a solidariedade e estimula as boas ações. Mas será que todas as pessoas pensam dessa maneira? Não!

Tem muita gente que não suporta as festividades natalinas e as justificativas são diversas. Por exemplo, alguns dizem que o Natal não deveria ser comemorado no dia 25, já que não é o dia oficial do nascimento de Cristo. Para outras pessoas está é uma data puramente comercial e que o espírito de solidariedade e união são falsos, porque, durante os outros 364 dias do ano, se preocupam com suas próprias vidas e não dão a mínima pelo que ocorre no mundo.

O intuito desta matéria é colocar em pauta o outro lado do Natal. Enquanto muitos passam esta época do ano correndo atrás dos presentes e preparação da festa, conversamos com quatro jovens que não vêem a mínima graça em comemorar a data.

!ObaOba – Qual o significado do Natal? Por que não comemorar?
Rubens Eduardo: O dia 25 de dezembro, pra mim, significa mais um feriado do calendário e não comemoro porque esta data é um culto à hipocrisia e ao capitalismo porco e selvagem.

Eduardo: O Natal sempre significa a mesma coisa, presentear, ser mais caridoso, renovar laços afetivos. Não gosto desta data, pois acho uma hipocrisia você ter uma dia estipulado para fazer tudo isso. O ano todo e em todas as horas, você deve presentear quem você ama, reunir a família, e ser feliz os 365 dias, não só no dia 25/12. Fora isso, tem o conceito primário, o nascimento de Cristo, não sou cristão e acho que mesmo sendo não deveria haver feriados religiosos. Imagina se fossemos parar para todos os feriados islâmicos, budistas e afins.

Ana Carolina: O Natal significa uma data comercial muito bem sucedida, assim como o dia das mães. Ele deixa de ser motivo de comemoração e passa a ser motivo de troca de presentes pela pressão sufocante da mídia que influencia a comprar.

Juliana Hashimoto: O natal hoje significa que vou trabalhar mais. Não existe mais magia em dizer que se vai comemorar o natal!

!ObaOba – E qual é o mito que você diz?
Ana Carolina: Existem outras comemorações no dia 25 de dezembro, que foi uma data escolhida agregando valores de outras culturas. As pessoas já realizavam diversas comemorações mesmo antes do nascimento de Cristo, como homenagem ao deus persa Mitra e até cultuar o deus grego do vinho, Dionísio.Tudo isso, porque caem aproximadamente na época do solstício de inverno do hemisfério norte (quando o sol começa a fica mais tempo no céu). Mas, quando o cristianismo começou realmente a crescer, esses festivais passaram a homenagear somente Jesus, e não outros deuses.

!ObaOba – O alto índice de comercialismo no Natal é uma afronta à religiosidade que inspirara a data?
Rubens Eduardo: Com certeza. Jesus nasceu em berço humilde, ensinou a caridade e o amor ao próximo e ensinou a liberdade, mas preferimos ser escravos do consumismo e dinheiro.

Eduardo: A data do Natal já é motivo de questionamento para o nascimento de Cristo, pois qualquer historiador sabe que o dia 25/12 é mera figuração. E motivos religiosos possuem o mesmo intuito do comercial.

Ana Carolina: Em toda e qualquer data festiva há comercialização de algo, mas se torna uma afronta a partir do momento que esquece o motivo, e passa a ser troca de presentes do dia 25 de dezembro. Conheço famílias de ateus que dão presentes de Natal aos filhos, afinal, como você vai explicar para uma criança que assiste televisão que a opinião religiosa da família difere da veiculada na TV, e por isso não vai ganhar presente como a maioria das crianças?

Juliana Hashimoto: Eu não diria afronta, e sim que hoje o Natal é apenas comércio.

!ObaOba – O que fazer na noite de Natal, além da comemoração tradicional?
Juliana Hashimoto: Eu durmo. No meu ponto de vista é uma noite comum.

!ObaOba – E quanto a família, concorda com esse tipo de opinião?
Rubens Eduardo: Os mais próximos entendem e respeitam a minha opinião, mas preferem fazer de conta que é possível conviver só com o que chamam de “lado bom do natal”.

Eduardo: Não, mas respeitam. Assim como respeito a opinião deles sobre gostar do Natal.

Ana Carolina: Concordar não concordam, mas respeitam e entendem meus motivos.

Juliana Hashimoto: Concordam. Os japoneses não têm o costume de comemorar natal desta forma.

!ObaOba – O que mais detesta no Natal?
Eduardo: Figura do Papai Noel, música natalina e a hipocrisia cotidiana do mês de dezembro, o mês que todo mundo é bonzinho.

Ana Carolina: As situações que são impostas, por exemplo, amigo secreto de uma empresa, imagine a seguinte situação, se você tira uma pessoa que não gosta e não conversa o ano todo?

Juliana Hashimoto: Odeio como as pessoas se comportam diante do real motivo de comemoração e junto com a hipocrisia, a ponto de cometer erros o ano inteiro e acharem que no Natal tudo será perdoado.

Rubens Eduardo: A hipocrisia de milhões de caridosos por um dia. Com doações a todos. Parece lindo, não? Mas será que estas pessoas carentes precisam de ajuda somente no natal?

!ObaOba – Mas isso não é o espírito da época, em que todos estão passando?
Rubens Eduardo: Eu acho que estas pessoas, tanto se preocupam em fazer boas ações no natal, só as fazem por terem suas consciências cheias de culpa por não ajudar ninguém o ano inteiro. É fácil ser assim: basta passar o ano inteiro ignorando o menino sujo do farol, do qual tem medo de ser assaltado, e no final do ano, engana a própria consciência com um presentinho de natal, comprado na lojinha de R$1,99.

!ObaOba – Qual a importância do Natal para a humanidade?
Rubens Eduardo: A humanidade é muito heterogênia, mas podemos dividi-la em 3 grupos: os cristãos comemoram o nascimento de Jesus, que mesmo sendo Deus veio Á Terra como homem para salvar o mundo; os não cristãos, o natal não tem qualquer importância; e para os que pensam serem cristãos, o natal é a data de fazer compras, praticar a gula, beber até vomitar, sentar no colo do papai Noel e, de vez em quando, lembrar de um tal Jesus, a quem devem ser gratos por mais um feriado no calendário.

Eduardo: Nenhuma. Em qualquer país que não se comemore o Natal não há diferenças entre a população, economia, nada.

Ana Carolina: O Natal faz a humanidade comprar mais, gastar mais, importar e exportar mais, um giro de capital incrível.

Juliana Hashimoto: Nenhuma. O natal hoje é apenas uma fuga do real, as pessoas saem pra comemorar numa festa, enchem a cara, falam suas verdades e no final passam um ano inteiro fugindo até o próximo “show” de natal.

 
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Publicado por em dezembro 24, 2011 em CRÍTICAS

 

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Nova Política de Moderação de Comentários

Assim como montei este blog para me expressar livremente e com liberdade, deixei os comentários abertos para que qualquer pessoa pudesse se expressar com total liberdade. Porém, nos últimos meses, algumas pessoas têm abusado desta liberdade, utilizando-se de ofensas e difamação em seus comentários. Sendo assim, resolvi tornar pública e colocar em prática uma nova política de moderação dos comentários do blog. Coisa simples, de forma que os verdadeiros leitores não tenham sua liberdade podada, mas pontual e necessária, para que certos absurdos não sejam postados.

Primeiramente, não serão aceitos comentários que contenham ofensas pessoais, palavrões e palavras de baixo calão com o objetivo de denegrir a imagem de qualquer pessoa.

Além disso, não serão aceitos comentários postados por pessoas que não informem seu e-mail real. Analisando os comentários mais grosseiros postados recentemente, a maioria informa endereços de e-mail inválidos. Sendo assim, comentários postados utilizando e-mails falsos serão considerados spam.

Espero que isso seja o suficiente para conter o abuso nos comentários de certos posts.

 
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Publicado por em outubro 20, 2011 em RELACIONAMENTO

 

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Slim Drivers facilita a vida na hora de atualizar/instalar drivers

Hoje em dia, com a crescente oferta dos netbooks, passamos muitas vezes pela situação de ter que restaurar o Windows e não ter como instalar os drivers de hardwares diretamente dos CDs, já que esses dispositivos não apresentam o leitor de CD/DVD para isso. Também pode ocorrer de perdermos os CDs originais para instalação. Aí a instalação dos drivers vira uma verdadeira caça ao tesouro, pois temos que verificar marcas e modelos de cada dispositivo e caçar na internet os respectivos drivers.

Felizmente existe um programa que facilita nossa vida, estou falando do Slim Drivers free.

É um programa bem simples e prático, que verifica os dispositivos instalados no sistema e os drivers necessário, informando se há a necessidade de atualização/instalação e, o melhor, já nos dá o link para download do referido drivers, controlando e acompanhando toda a atualização/instalação dos drivers necessários.

Fica aí a dica, Slim Drivers Free, uma mão na roda na hora de atualizar e instalar drivers de dispositivos no sistema Windows.

O programa serve para Windows XP, Vista e 7.

DOWNLOAD DO SLIM DRIVERS

 
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Publicado por em outubro 19, 2011 em TECNOLOGIA

 

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Android e iPhone: Quem disse que um será o Highlander?

Numa discussão com o +Riz Droid no G+, surgiu a questão dessa coisa de fanboy, que se apega à um sistema ou produto, como acontece com Android e iPhone, e, de certa forma, nutre uma fé cega. O Riz disse uma coisa importante em determinado momento, ter os pés no chão, nunca é demais.

Eu mesmo, muitas vezes, através de críticas e comparações, posso passar a impressão de que quero ver o sucesso do Android a qualquer custo e a queda da Apple. Confesso que não concordo com a política restritiva atual adotada pela Apple, mas isso não significa que eu queira o fim da empresa. Pelo contrário, quero ver o sucesso do iOS, assim como do WP7. Até mesmo o Symbiam, se sobreviver, seria bem vindo. Porque digo isso? Pois é importante termos opções, é bom que possamos escolher aquilo que melhor atende as nossas necessidades. E isso não é questão de ser melhor ou pior.

Temos visto isso acontecendo com a indústria automobilística, por exemplo. São várias montadoras, marcas e modelos, produzindo material de qualidade. E qual é melhor? Depende. O ideal seria perguntar, qual é o melhor para mim? Qual é o melhor para sua necessidade? Afinal de contas, um Celta 2 portas pode ser ótimo para uma pequena família, enquanto uma com muitos filhos e netos pode precisar de uma van.

Assim também tem acontecido com os consoles de videogame. Temos hoje, por exemplo, três marcas e consoles em destaque, coexistindo e possibilitando que os consumidores escolham aquele que mais o agrada. No meu caso o PS3 é perfeito, mas isso não significa que o Xbox 360 seja pior, apenas que é diferente. E o fato de eu preferir o PS3 nada tem a ver com o fato do Xbox ser da Microsoft, pois isso pra mim, nesse caso, é irrelevante. Mas em outros casos a marca pode ser um fator importante sim.

Mas o que não entendo é essa coisa de Fanboy querer achar que tudo tem que ser meio Highlander, que só pode haver um smartphone, um sistema operacional, que todos os outros devem ser destruídos. Acredito numa possível coexistência entre ótimos produtos e empresas. Eu falo bem, recomendo e amo o Android pelo que ele é hoje, pelo que ele oferece pra mim, pois me identifico com os produtos, com as marcas, com o sistema operacional e com a própria Google. Mas isso não significa que idolatro a marca. Não vou sair e fazer uma tatuagem de um Android, pois o futuro é incerto. Hoje sou Android, mas quem garante que amanhã eu não seja iOS? Tudo pode acontecer. E repito, isso nada tem a ver com o fato de um ser melhor ou pior. Hoje o Android atende perfeitamente minhas necessidades, hoje ele é o melhor pra mim. Mas para tantas outras pessoas o iPhone é melhor, por vários motivos.

Enfim, que venha o iPhone 5, ou 4S, que seja, que venham novos sistemas operacionais, e que todos tenham o seu espaço, com a concorrência impulsionando melhorias continuas e inovações em todos, e dando aos consumidores o poder de no final, decidir aquele que é o melhor… pra cada um.

 
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Publicado por em outubro 4, 2011 em TECNOLOGIA

 

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