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Arquivo da categoria: SAÚDE

Pedido de Doação de Sangue

Nosso filho Arthur, que, para quem não sabe, se submeteu a uma cirurgia de correção de coarctação da aorta, está ótimo e se recuperando super bem na UTI. Devido a cirurgia, está recebendo transfusão de sangue, por isso quero solicitar aos nossos amigos e familiares doação de sangue para repor a quantidade utilizada (mesmo que de tipos sanguíneos diferentes).

Aos que puderem doar, favor informar:

Nome do paciente: Arthur Lima de Camargo

Internação: Hospital do Coração (HCor)

:: Locais para doação:

Hospital Prof. Edmundo Vasconcelos <mapa do local>
Rua Borges Lagoa, 1450 – Vl. Clementino / Telefone: (11) 5080-4435
Horário: 2ª a 6ª feira das 8:00 às 17:00 h (*) ver exceções abaixo
Estacionamento no local

Hospital do Coração <mapa do local>
Rua Abílio Soares, 176 – Paraíso / Telefone: (11) 3053-6537
Horário: 2ª a 6ª feira das 8:00 às 17:00 h
Sábados das 8:00 as 17:00 h (*) ver exceções abaixo
Estacionamento: Rua Des. Eliseu Guilherme, 147

Hospital A.C. Camargo <mapa do local>
Rua Antonio Prudente, 211 – Liberdade / Telefone: (11) 2189-5122
Horário: 2ª a 6ª feira das 8:00 as 18:00 h
Sábados das 8:00 as 17:00 h (*) ver exceções abaixo
Estacionamento: no local – “Estapar”

(*) Exceções:

• Nos Feriados não haverá expediente.

:: Pode doar quem:

  • Tem entre 18 e 65 anos e pesar mais de 55 kg;
  • Não tem ou teve sífilis, hepatite, doença de Chagas ou AIDS;
  • Não apresenta comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis;
  • Não está em tratamento para nenhuma doença;
  • Não recebeu nenhuma transfusão no último ano;
  • Não doou sangue nos últimos 3 meses;
  • Não se alimentou com substâncias gordurosas nas 4 horas que antecedem a doação;
  • Não ingeriu bebida alcoólica nas últimas 24 horas.

Mais informações em: http://www.bssp.com.br

 
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Publicado por em março 31, 2010 em SAÚDE

 

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Campanha “Viver com AIDS é possível. Com preconceito não.”

 
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Publicado por em dezembro 14, 2009 em SAÚDE

 

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Eventos Dia da Pessoa com Deficiência Física (03 de dezembro)

O dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas.

 

AGENDA

 

III Prêmio Sentidos

Inscrições abertas até dia 31 de dezembro

O Prêmio tem como objetivo reconhecer e valorizar o talento e capacidade das pessoas com deficiência de superar limites. Empresas e organizações do Terceiro Setor que contribuam com suas ações para uma sociedade mais consciente e inclusiva podem se inscrever, além de pessoas com deficiência que tenham histórias interessantes de superação.

O III Prêmio Sentidosé uma iniciativa do Instituto Ressoar, que tem como objetivo reconhecer e valorizar o talento e capacidade das pessoas com deficiência de superar limites, da AVAPE, instituição focada na inclusão de pessoas com deficiência, e Revista Sentidos. O prêmio abrange três categorias: Gente como a gente, na qual serão avaliadas trajetórias de vida que demonstrem superação das dificuldades impostas pela deficiência e que escolherá apenas um exemplo para ser premiado; Talentos Especiais, que contemplará performances artísticas, esportivas e literárias, premiando três iniciativas, uma por ação; Menção Honrosa, que homenageará uma empresa e uma organização que contribuíram para a inclusão social.

Inscrições

Os participantes poderão se inscrever somente em uma delas até o dia 31 de dezembro pela Internet, sem taxa de inscrição. Para participar é preciso encaminhar uma cópia do material comprobatório de sua atuação como fitas VHS, CDs, fotografias, recortes de publicações, dissertações e projetos, além da ficha de inscrição, disponível no site da revista (www.sentidos.com.br).

Link: http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13313&canal=ligado

 

Workshop temático “Sensibilização para a Inclusão: construindo uma sociedade universal”

Data: 02 de dezembro

No dia 2 de dezembro será realizado o workshop temático “Sensibilização para a Inclusão: construindo uma sociedade universal”, para exposição da realidade, possibilidades, potencialidades e direitos das pessoas com deficiência. Propõe mudança de paradigmas e maior conhecimento dos segmentos organizados, públicos e privados, em especial os profissionais de áreas governamentais e de Comunicação, em relação as pessoas com deficiência.

Informações: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=454&c=31

 

Seminário Memórias, Conquistas e o Futuro do Movimento das Pessoas com Deficiência no Brasil

Data: 03 de dezembro

Horário: Das 8h às 12h.

Inauguração do Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência.

Horário: a partir das 12h.

Local: Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564, portão 10 – Barra Funda – São Paulo – SP – próximo à estação do Metrô e da CPTM.

Entrada Franca.

 

Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Data: 03 de dezembro

Horário: 15 hs

Local: Secretaria Municipal dos Direitos e Políticas para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia – São José do Rio Preto – SP

 

Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência

Data: 8 a 10 de dezembro

Horário: Das 10h às 20h.

Local: WTC Convention Center – Piso C.

Endereço: Av. Nações Unidas, 12559 – Brooklin – São Paulo – SP.

Mais informações: www.simparatodos.com.br.

 
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Publicado por em dezembro 2, 2009 em DIREITOS HUMANOS, SAÚDE

 

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Aids é a principal causa mundial de morte de mulheres em idade fértil

Em um relatório inédito sobre a saúde de mulheres e meninas no mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que doenças relacionadas à aids são a principal causa de morte e agravos entre mulheres em idade fértil em países de baixa e média renda, especialmente na África. Também globalmente, as relações sexuais desprotegidas são o principal fator de risco relacionado à a morte de mulheres em idade fértil. Esses dados sustentam o argumento do relatório Women and Health: Today’s Evidence, Tomorrow’s Agenda (Mulheres e Saúde: a evidência de hoje, a agenda de amanhã) de que a saúde feminina vem sendo negligenciada em uma multiplicidade de áreas, devendo agora ser considerada uma prioridade urgente.

O relatório afirma que as mulheres e meninas são especialmente vulneráveis à infecção pelo HIV devido a uma variedade de fatores biológicos e sociais. Estes incluem o baixo status socioeconômico, o que pode limitar as escolhas e levar a comportamentos de alto risco, bem como normas e leis que subjugam as mulheres e as impedem de buscar e obter as informações de que precisam para garantir sua segurança. Por exemplo, no mundo todo apenas 38% das mulheres jovens sabem descrever os principais meios de evitar a infecção pelo HIV; além disso, há menor probabilidade entre mulheres jovens do que entre homens jovens de saber que o preservativo pode proteger contra o vírus. Os dados de 16 países da África Subsaariana, para o período de 2001 a 2007, também mostram que a prevalência do HIV, geralmente, é maior entre meninas adolescentes na faixa de 15 a 19 anos do que entre meninos na mesma faixa etária. Uma causa significativa desse fenômeno é o fato de meninas terem como parceiros homens mais velhos e mais experimentados sexualmente, com maior probabilidade de estar infectados.

Violência contra mulheres

A violência também é uma das principais causas da maior vulnerabilidade feminina em relação ao HIV, podendo dificultar ou impossibilitar que as mulheres tenham controle sobre a própria vida sexual, abstenham-se das relações sexuais ou convençam seus parceiros a usar preservativos. A violência, ou a ameaça de violência, também pode fazer com que as mulheres evitem procurar serviços de prevenção, tratamento, atenção e apoio em HIV.

Para o UNAIDS, esta é uma das principais áreas de preocupação. Nesse sentido, o fim da violência contra mulheres e meninas foi incluído como uma das nove áreas prioritárias de sua Matriz de Resultados 2009-11. Segundo Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, “‘sabemos que há uma forte ligação entre violência contra as mulheres e o HIV. Precisamos ajudar os jovens a desenvolver as habilidades necessárias para obter o consentimento mútuo nas relações sexuais e no casamento. Isso é essencial para prevenir o HIV e para alcançar maior igualdade de gênero em todos os aspectos da vida”.

Desigualdades de gênero

O relatório Mulheres e Saúde tem um escopo extremamente amplo e aborda diversas questões relativas à saúde da mulher. Nele se demonstra que os fatores que aumentam a vulnerabilidade das mulheres à aids também afetam profundamente a saúde em geral e o bem-estar das mulheres e meninas. Conforme se argumenta no relatório, as desigualdades na distribuição de recursos como educação, renda, atenção à saúde e nutrição, bem como na expressão política, têm uma associação muito forte com condições precárias de saúde e bem-estar.

“Apesar dos avanços consideráveis nas duas últimas décadas, as sociedades ainda negligenciam as mulheres em momentos críticos de suas vidas”, diz a Dra. Margaret Chan, Diretora Geral da OMS, no prefácio do relatório Mulheres e Saúde. “Essa negligência é mais aguda em países pobres, e entre as mulheres mais pobres de todos os países. Nem todas as mulheres foram beneficiadas de maneira igual pelos avanços recentes, e um grande número de meninas e mulheres ainda não consegue alcançar seu real potencial devido a persistentes desigualdades de saúde, sociais e de gênero, bem como a deficiências nos sistemas de saúde”.

Principais fases da vida relevantes para a saúde: o início da infância, a adolescência, a idade adulta e a terceira idade.

O relatório examina a vida de mulheres e meninas nas principais fases relevantes para a saúde: o início da infância, a adolescência, a idade adulta e a terceira idade, e mostra que as mulheres enfrentam “iniquidades difundidas e persistentes” em cada uma dessas fases. O relatório não somente destaca as necessidades de saúde das mulheres – e como estas não estão sendo atendidas atualmente em termos do HIV e de outras áreas – mas também a valiosa contribuição que elas oferecem ao setor de saúde e à sociedade em geral.

Com base nas evidências de hoje, e compartilhando o que se sabe atualmente sobre a saúde das mulheres de todas as regiões e em todas as etapas de suas vidas, o relatório procura estabelecer uma agenda para o amanhã. Um dos elementos principais dessa agenda é a promoção de reformas para permitir que as mulheres não sejam vistas apenas em termos de sua capacidade sexual e reprodutiva, e sim que se tornem agentes ativas na área da saúde, desempenhando um papel central no desenho, na gestão e na prestação de serviços de saúde.

O relatório Mulheres e Saúde chama a atenção para quatro áreas em que ações sustentadas por políticas poderiam fazer uma diferença real para a saúde das mulheres: construir uma liderança forte e uma resposta institucional coerente, com base em uma agenda clara; garantir que os sistemas de saúde funcionem para as mulheres; promover mudanças em políticas públicas de modo a incentivar mudanças sociais fundamentais (por exemplo, por meio de ações direcionadas para ajudar as meninas a se matricularem nas escolas); e, por último, construir uma base de conhecimentos e monitorar o progresso obtido.

A OMS espera que a revisão dos dados disponíveis e a definição de um irrefutável caminho a seguir permitam a melhoria tanto da saúde das mulheres e meninas quanto da sociedade como um todo. Nas palavras do relatório, “melhorar a saúde das mulheres é melhorar o mundo.”

Fonte: http://www.todoscontraopreconceito.com.br

 

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Viver com aids é possível, com o preconceito não.

O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi criado para relembrar o combate à doença e despertar nas pessoas a consciência da necessidade da prevenção, aumentar a compreensão sobre a síndrome e reforçar a tolerância e a compaixão às pessoas infectadas. 

Foi a Assembléia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que instituiu a data de 1º de dezembro. A decisão foi tomada em outubro de 1987. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1988, por decisão do Ministro da Saúde.

A cada ano, diferentes temas são abordados, destacando importantes questões relacionadas à doença. Em 1990, por exemplo, quando a Aids ainda era mais disseminada entre os homens, o tema foi “A Aids e a Mulher”. Em 1997, foi a vez de as crianças infectadas serem lembradas. A importância da família e da união de forças também já foram destacadas como importantes aliados da luta contra a Aids.

 
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Publicado por em dezembro 1, 2009 em DIREITOS HUMANOS, SAÚDE, SEXUALIDADE

 

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Publicado por em novembro 29, 2009 em DIREITOS HUMANOS, SAÚDE, SEXUALIDADE

 

Vem aí: Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2009

 
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Publicado por em novembro 29, 2009 em DIREITOS HUMANOS, SAÚDE

 

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