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Arquivo da categoria: CRÍTICAS

Politicamente Hipócrita

O mundo hoje está carente de graça, no sentido humorístico e desencanado da palavra. Parece que as coisas estão sendo levadas à sério demais, tudo está muito sério, sisudo, de forma que até para se fazer uma piada, inocente ou não, suja ou não, seja como for, tem que se tomar o devido cuidado, pois uma palavra qualquer pode ser o estopim para a fúria dos pseudo-tudo da vida, que vão apontar o dedo e dizer: “Isso é errado, é preconceito, é desrespeito”. Claro que deve-se sim tomar o devido cuidado, pois preconceito e desrespeito devem ser sim combatidos, porém na maioria das vezes, o problema não é nem um nem outro, mas sim a hipocrisia.

Certos tipos de piadas e brincadeiras existem desde os princípios da humanidade, ou pelo menos à partir do momento em que o homem percebeu que poderia fazer o outro rir comentando qualquer merda que lhe viesse a cabeça. O humor, as brincadeiras e piadas, falando do dia a dia, não no sentido profissional, sempre foram isso, comentários espontâneos sobre acontecimentos que nos cercam. Às vezes inocentes, geralmente com pitadas de sarcasmo e um pouco de maldade, mas não maldade no sentido de se querer o mal, mas todo mundo já fez alguma piada ou brincadeira do tipo, seja com o amigo gordinho, com a amiga de cabelo ruim, com o casalzinho do grupo , enfim, faz parte da vida. Mas hoje, no mundo globalizado e socialmente conectado, tudo se espalha na velocidade da luz, ou pelo menos na velocidade da conexão de cada um, ao ponto que críticos e mais críticos de tudo têm se espalhado como pragas, metendo o bedelho em tudo o que se fala ou se faz, com aquela aura de politicamente correto, ético e besteiras do tipo. Pra mim, tudo não passa de politicamente hipócrita, e esse tem sido um dos males dessa geração.

Assim, condenam e ridicularizam as pessoas pelo humor, ou falta de humor, pelos comentários que fazem, pelas opiniões que emitem, pela música que ouvem, pelo lugar onde moram, pelo que assistem, pelas roupas que compram, ou vendem, ou até se são ou não sustentáveis. É sempre assim, um critica qualquer coisa que seja nas redes sociais da vida, na que estiver em voga no momento, e logo várias Marias vão com ele, metendo o pau em coisas que não sabem, com ar de entendedores do assunto, destilando merda e veneno, sendo na maioria das vezes hipócritas.

Pra finalizar, quero dar um pequeno exemplo, de algo que tenho visto acontecer muito nos últimos dias. O tal do Big Brother Brasil, ou Big Brother qualquer coisa, já que o programa não é exclusivo do Brasil. Por pior que seja o programa, tem gente que gosta, muita gente, aliás, mas isso não significa que tais pessoas sejam idiotas, ignorantes, manipuladas e tantos quantos outros adjetivos que insistem usar para infamar que gosta do programa. Não que não existam aquelas pessoas que se enquadram nessas categorias e que também assistam, mas é incrível como tem gente que faz questão de apontar o dedo e generalizando tudo e todos, como se o simples fato de assistir um programa fosse o suficiente para formar uma personalidade. O engraçado é que essas mesmas pessoas que criticam o Big Brother são as mesmas que assistem as novelas que passam antes, ou até mesmo coisas piores.

Seria muito bom se as pessoas se preocupassem menos em fazer parte da modinha de criticar tudo e todos e fizessem, falassem e ouvissem mais as coisas com mais respeito, menos preconceito e até mesmo por simples diversão, pois certamente assim o mundo teria bem mais graça.

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Publicado por em fevereiro 25, 2014 em CRÍTICAS

 

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Por: Bruna Stella

Família reunida, mesa farta, presépio, árvore decorada, presentes e sentimentos de união, paz e fraternidade. Assim é o Natal, uma data que revela a solidariedade e estimula as boas ações. Mas será que todas as pessoas pensam dessa maneira? Não!

Tem muita gente que não suporta as festividades natalinas e as justificativas são diversas. Por exemplo, alguns dizem que o Natal não deveria ser comemorado no dia 25, já que não é o dia oficial do nascimento de Cristo. Para outras pessoas está é uma data puramente comercial e que o espírito de solidariedade e união são falsos, porque, durante os outros 364 dias do ano, se preocupam com suas próprias vidas e não dão a mínima pelo que ocorre no mundo.

O intuito desta matéria é colocar em pauta o outro lado do Natal. Enquanto muitos passam esta época do ano correndo atrás dos presentes e preparação da festa, conversamos com quatro jovens que não vêem a mínima graça em comemorar a data.

!ObaOba – Qual o significado do Natal? Por que não comemorar?
Rubens Eduardo: O dia 25 de dezembro, pra mim, significa mais um feriado do calendário e não comemoro porque esta data é um culto à hipocrisia e ao capitalismo porco e selvagem.

Eduardo: O Natal sempre significa a mesma coisa, presentear, ser mais caridoso, renovar laços afetivos. Não gosto desta data, pois acho uma hipocrisia você ter uma dia estipulado para fazer tudo isso. O ano todo e em todas as horas, você deve presentear quem você ama, reunir a família, e ser feliz os 365 dias, não só no dia 25/12. Fora isso, tem o conceito primário, o nascimento de Cristo, não sou cristão e acho que mesmo sendo não deveria haver feriados religiosos. Imagina se fossemos parar para todos os feriados islâmicos, budistas e afins.

Ana Carolina: O Natal significa uma data comercial muito bem sucedida, assim como o dia das mães. Ele deixa de ser motivo de comemoração e passa a ser motivo de troca de presentes pela pressão sufocante da mídia que influencia a comprar.

Juliana Hashimoto: O natal hoje significa que vou trabalhar mais. Não existe mais magia em dizer que se vai comemorar o natal!

!ObaOba – E qual é o mito que você diz?
Ana Carolina: Existem outras comemorações no dia 25 de dezembro, que foi uma data escolhida agregando valores de outras culturas. As pessoas já realizavam diversas comemorações mesmo antes do nascimento de Cristo, como homenagem ao deus persa Mitra e até cultuar o deus grego do vinho, Dionísio.Tudo isso, porque caem aproximadamente na época do solstício de inverno do hemisfério norte (quando o sol começa a fica mais tempo no céu). Mas, quando o cristianismo começou realmente a crescer, esses festivais passaram a homenagear somente Jesus, e não outros deuses.

!ObaOba – O alto índice de comercialismo no Natal é uma afronta à religiosidade que inspirara a data?
Rubens Eduardo: Com certeza. Jesus nasceu em berço humilde, ensinou a caridade e o amor ao próximo e ensinou a liberdade, mas preferimos ser escravos do consumismo e dinheiro.

Eduardo: A data do Natal já é motivo de questionamento para o nascimento de Cristo, pois qualquer historiador sabe que o dia 25/12 é mera figuração. E motivos religiosos possuem o mesmo intuito do comercial.

Ana Carolina: Em toda e qualquer data festiva há comercialização de algo, mas se torna uma afronta a partir do momento que esquece o motivo, e passa a ser troca de presentes do dia 25 de dezembro. Conheço famílias de ateus que dão presentes de Natal aos filhos, afinal, como você vai explicar para uma criança que assiste televisão que a opinião religiosa da família difere da veiculada na TV, e por isso não vai ganhar presente como a maioria das crianças?

Juliana Hashimoto: Eu não diria afronta, e sim que hoje o Natal é apenas comércio.

!ObaOba – O que fazer na noite de Natal, além da comemoração tradicional?
Juliana Hashimoto: Eu durmo. No meu ponto de vista é uma noite comum.

!ObaOba – E quanto a família, concorda com esse tipo de opinião?
Rubens Eduardo: Os mais próximos entendem e respeitam a minha opinião, mas preferem fazer de conta que é possível conviver só com o que chamam de “lado bom do natal”.

Eduardo: Não, mas respeitam. Assim como respeito a opinião deles sobre gostar do Natal.

Ana Carolina: Concordar não concordam, mas respeitam e entendem meus motivos.

Juliana Hashimoto: Concordam. Os japoneses não têm o costume de comemorar natal desta forma.

!ObaOba – O que mais detesta no Natal?
Eduardo: Figura do Papai Noel, música natalina e a hipocrisia cotidiana do mês de dezembro, o mês que todo mundo é bonzinho.

Ana Carolina: As situações que são impostas, por exemplo, amigo secreto de uma empresa, imagine a seguinte situação, se você tira uma pessoa que não gosta e não conversa o ano todo?

Juliana Hashimoto: Odeio como as pessoas se comportam diante do real motivo de comemoração e junto com a hipocrisia, a ponto de cometer erros o ano inteiro e acharem que no Natal tudo será perdoado.

Rubens Eduardo: A hipocrisia de milhões de caridosos por um dia. Com doações a todos. Parece lindo, não? Mas será que estas pessoas carentes precisam de ajuda somente no natal?

!ObaOba – Mas isso não é o espírito da época, em que todos estão passando?
Rubens Eduardo: Eu acho que estas pessoas, tanto se preocupam em fazer boas ações no natal, só as fazem por terem suas consciências cheias de culpa por não ajudar ninguém o ano inteiro. É fácil ser assim: basta passar o ano inteiro ignorando o menino sujo do farol, do qual tem medo de ser assaltado, e no final do ano, engana a própria consciência com um presentinho de natal, comprado na lojinha de R$1,99.

!ObaOba – Qual a importância do Natal para a humanidade?
Rubens Eduardo: A humanidade é muito heterogênia, mas podemos dividi-la em 3 grupos: os cristãos comemoram o nascimento de Jesus, que mesmo sendo Deus veio Á Terra como homem para salvar o mundo; os não cristãos, o natal não tem qualquer importância; e para os que pensam serem cristãos, o natal é a data de fazer compras, praticar a gula, beber até vomitar, sentar no colo do papai Noel e, de vez em quando, lembrar de um tal Jesus, a quem devem ser gratos por mais um feriado no calendário.

Eduardo: Nenhuma. Em qualquer país que não se comemore o Natal não há diferenças entre a população, economia, nada.

Ana Carolina: O Natal faz a humanidade comprar mais, gastar mais, importar e exportar mais, um giro de capital incrível.

Juliana Hashimoto: Nenhuma. O natal hoje é apenas uma fuga do real, as pessoas saem pra comemorar numa festa, enchem a cara, falam suas verdades e no final passam um ano inteiro fugindo até o próximo “show” de natal.

 
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Publicado por em dezembro 24, 2011 em CRÍTICAS

 

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Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 6,000 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 14 747s cheios.

Em 2010, escreveu 23 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 118 artigos. Fez upload de 13 imagens, ocupando um total de 2mb. Isso equivale a cerca de uma imagem por mês.

The busiest day of the year was 13 de outubro with 56 views. The most popular post that day was Misturar cerveja com limão mata!.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram twitter.com, google.com.br, pt-br.wordpress.com, search.conduit.com e result.iminent.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por baby doll, roupas intimas femininas, roupa intima feminina, contrato de namoro engraçado e presentes para conquistar

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Misturar cerveja com limão mata! fevereiro, 2010

2

O presente ideal que cativa e conquista janeiro, 2008
2 comentários

3

Gente de Talento e Contrato de Namoro fevereiro, 2008
2 comentários

4

As novas tendências dos casamentos julho, 2009
4 comentários

5

10 Fatos extraordinários sobre os sonhos maio, 2009

 
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Publicado por em janeiro 2, 2011 em CRÍTICAS

 

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Tomakeria ou Tomara que alguém me atenda?

Certas experiências que tenho vivido, visto e ouvido tem me convencido que os estabelecimentos brasileiros não estão prontos o suficiente para trabalhar com sites de compras coletivas.

Ontem aconteceu uma dessas experiências, que foi além, mostrando que o estabelecimento na verdade não está pronto pra trabalhar. Se já deu pra perceber a decepção só por esta introdução, continue lendo e você nunca mais vai querer saber do local em questão.

Estou falando da Tomakeria – bar, Shushibar e Restaurante, localizado na Rua Vieira de Morais, 2163, Campo Belo, São Paulo, próximo ao aeroporto de Congonhas. Fomos conhecer o restaurante, após adquirir um cupom no site Loucos por Oferta (www.loucosporoferta.com.br). Olha, se arrependimento matasse eu talvez não estivesse aqui escrevendo esta critica.

Fui acompanhado da minha esposa, filho e de uma amiga, e a decepção começou logo na chegada, quando ficamos na porta esperando, pois não havia ninguém para nos receber e nos orientar quanto a nossa mesa, afinal de contas, tratava-se de reserva. Até porque, o estabelecimento recusa-se a atender os “do cupom” sem reserva. Há um aviso na porta dizendo que por conta de um assalto sofrido no começo do mês, perderam todos os equipamentos do sistema que controlava as reservas, sendo assim não seria possível o atendimento “dos cupons” sem reserva prévia. Confuso, né? Pois é, achei que há uma certa balela aí. Os ladrões devem ter roubado os garçons também, porque eles não tem estrutura mínima para um atendimento descente, ainda mais para um sistema de rodízio, que precisa ser dinâmico.

Finalmente acomodados, ficamos vários minutos esperando e nada de sermos atendidos. Mas não éramos os únicos nesta situação. Um casal de uma mesa ao lado da nossa, que estava lá antes de nós, foi embora, depois de tanto esperar em vão.

Finalmente conseguimos laçar um dos dois garçons disponíveis. Até este momento ele não sabia que éramos dos “do cupom”, mas quando descobriu o atendimento, que já estava ruim, se tornou péssimo. Ele, com uma grosseria desnecessária, passou a falar todas as opções de pratos disponíveis no rodízio, tão rápido que mal conseguimos entender. Antes que ele deixasse a mesa, consegui arrancar a senha do wi-fi, que foi literalmente jogada na mesa, e pude acessar o Foursquare para fazer o check-in. Ao ler as dicas, fiquei pensando, porque não pesquisei antes de comprar o cupom para o tal lugar. Mas tudo bem, é assim que vamos aprendendo. As dicas disponíveis eram:

“Atendimento ruim, porção de sashimi contada e pequena. Nada recomendado” (Vitor T.)

O atendimento é realmente péssimo. Todas as porções eram mínimas. Pelo menos era possível pedir mais, porém era necessária paciência pra esperar.

“Já fui a restaurantes muito melhores. Comida não muito saborosa e atendimento fraco. Se fazem uma ação promocional é obrigação procurar fidelizar o cliente.” (Eduardo M)

Realmente a comida não é das melhores, o que causou um certo aliviou quando pensamos que pagamos um valor bem abaixo do que é cobrado, porque o que servem não compensa o que se paga.

“Pior restaurante japonês que já fui na vida. Eles oferecem desconto de compra coletiva e depois tratam os clientes mal e se reclamar ainda dizem que devemos ficar quietos porque pagamos barato…” (Thiago)

“Concordando com a reclamação já postada. Compareci no estabelecimento no ultimo dia 27/11 com reserva feita porem, mesmo assim senti atendimento discriminatória e pouco interesse por se tratar de cupom” (Evaldo A)

Realmente sentimos tudo o que foi dito nas mensagens acima. O atendimento precário se torna discriminatório simplesmente porque se trata de cupom. Mas se esquecem que somos clientes como qualquer outro ali, que pagamos para comer ali, e se pagamos mais barato, foi por conta de uma ação promocional do próprio restaurante.

A noite continuou péssima. O garçom voltou para trazer os recipientes para comida e molho, e praticamente os jogou na mesa. Depois de realizado o pedido, demorava séculos para que a comida chegasse, isso quando não tínhamos que pedir novamente, pois aparentemente se esqueciam. O garçom sempre de cara fechada, nos tratando friamente, como se fossemos um estorvo.

Depois de finalmente conseguirmos comer, ao pedir a conta as surpresas continuaram. Na conta cobravam as bebidas que realmente pedimos, correto, taxa de serviço, não merecida, e não paga, uma água, que não havia sido pedida, mas como precisaríamos de água pra mamadeira do bebê, pegamos e pagamos. Mas no final da conta havia uma cobrança de 3 vezes R$ 1,90. Ao questionarmos fomos informados se tratar de uma taxa por causa do cupom, taxa essa não especificada em nenhum lugar do regulamento, até porque o pagamento do serviço já tinha sido feito no momento da compra do cupom. O sujeito ainda ficou bravo por termos questionado, disse que não tinha porque discutir sobre aquilo e tirou da conta.

Fomos embora, com a certeza de que nunca mais voltaremos lá, ainda que nos dêem um cupom de desconto de 100%. E também com pena, daqueles que compraram o cupom e ainda terão que enfrentar tudo isso pelo que passamos. Boa sorte!

Por @yrcamargo

 

 

[IMPORTANTE]

 

Nova Política de Moderação de Comentários

 

 

Assim como montei este blog para me expressar livremente e com liberdade, deixei os comentários abertos para que qualquer pessoa pudesse se expressar com total liberdade. Porém, nos últimos meses, algumas pessoas têm abusado desta liberdade, utilizando-se de ofensas e difamação em seus comentários. Sendo assim, resolvi tornar pública e colocar em prática uma nova política de moderação dos comentários do blog. Coisa simples, de forma que os verdadeiros leitores não tenham sua liberdade podada, mas pontual e necessária, para que certos absurdos não sejam postados.

 

Primeiramente, não serão aceitos comentários que contenham ofensas pessoais, palavrões e palavras de baixo calão com o objetivo de denegrir a imagem de qualquer pessoa.

 

Além disso, não serão aceitos comentários postados por pessoas que não informem seu e-mail real. Analisando os comentários mais grosseiros postados recentemente, a maioria informa endereços de e-mail inválidos. Sendo assim, comentários postados utilizando e-mails falsos serão considerados spam.

 

 

Espero que isso seja o suficiente para conter o abuso nos comentários de certos posts.


 
115 Comentários

Publicado por em dezembro 16, 2010 em CRÍTICAS

 

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