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Nos estudos sobre gênero uma das tendências atuais mais promissoras indica que devemos pensar o feminino não como uma essência natural, mas como sendo constituído em consonância com uma estrutura que só pode ser compreendida se for contextualizada e se forem consideradas outras categorias classificatórias como  classe, raça e etnia.

 

Segundo Judith Butler (2003: 20) “… se tornou impossível separar a noção de “gênero” das intersecções políticas e culturais em que invariavelmente ela é produzida e mantida”.

 

Em razão disso, uma das maneiras de compreendermos a situação da mulher negra no Brasil é nos orientarmos através dos indicadores que apontam para a sua condição sócio-econômica e ocupacional.

 

A observação da existência de desigualdade racial no mercado de trabalho pode ser comprovada através de dados do DIEESE, entre outros órgãos de pesquisa. Como já é mais do que sabido, os efeitos do preconceito no mercado de trabalho penalizam indivíduos negros que, em conseqüência, recebem rendimentos inferiores aos dos brancos.

 

Quando estudamos a relação gênero e raça, percebemos que o homem negro ocupa um patamar abaixo do da mulher branca quanto ao rendimento salarial. Mas as mulheres negras se encontram ainda mais abaixo na pirâmide ocupacional: recebem os menores salários mesmo que em muitos casos ocupem a chefia de sua família:

 

População Negra no Mercado de Trabalho – Diferenças Salariais -1998

Regiões

Metropolitanas

Homem Branco

(R$)

Homem Negro

(R$)

Mulher Branca

(R$)

Mulher Negra

(R$)

São Paulo 1.188,00 601,00 750,00 399,00
Salvador 1.051,00 498,00 647,00 297,00
Recife 739,00 427,00 462,00 272,00
Distrito Federal 1.306,00 898,00 923,00 614,00
Belo Horizonte 883,00 670,00 548,00 319,00
Porto Alegre 715,00 472,00 504,00 334,00

Fonte: DIEESE/SEADE e entidades regionais. Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED.

 

A partir da tabela acima pode-se concluir que as relações inter-étnicas entre brancos e negros expressam uma complementaridade: o preconceito e a discriminação contra as trabalhadoras negras servem para designá-las às posições mais desprestigiadas e mal remuneradas.

 

Por outro lado, predominam nas posições que concentram maior prestígio, poder e renda aqueles trabalhadores que mais se aproximam do estereótipo de macho branco, descendente de europeu com religião cristã.

 

Pode-se dizer que para a população negra a superação das situações de discriminação constitui-se em um problema que podemos associar a uma redefinição de sua própria identidade. Desde o processo da Abolição no Brasil, há  115 anos, a identidade da mulher negra passa por um processo de redefinição. Ao resistir organizadamente ela rompe com as barreiras que a circunscrevem a determinados espaços e se redescobre como cidadã.

 

Ao pensarmos a situação da mulher negra no Brasil atual temos que levar em consideração que em uma sociedade democrática o respeito às diferenças de raça, etnia, gênero, orientação sexual, aparência física não é abandonar cada segmento à sua própria sorte mas questionar as relações de poder que hierarquizam as diferentes posições.

 

Referências:

BUTLER, Judith. Problemas de gênero – Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2003.

 

Ministério  do Trabalho e Emprego – Plano Nacional de Qualificação do Trabalhador – A experiência dos Afro-Brasileiros. Brasília: MTE, SPPE/DEQP. 1999/2000.

 

Fonte: ROSÂNGELA ROSA PRAXEDES, em http://www.espacoacademico.com.br/026/26rpraxedes.htm

Com o objetivo de resgatar a luta histórica da população negra brasileira, a data de 20 de novembro, que  se refere ao assassinato de Zumbi em 1665, foi escolhida como marco desta luta. É uma data que vai além de uma simples comemoração, mas que busca dar visibilidade não apenas a resistência negra à época da escravidão, como às desigualdades que se fazem presentes nos dias atuais.

 

A discriminação em relação à população negra é ainda um fato real, e triste, em nossa sociedade, embora nem sempre reconhecido. Isso deve ser discutido, deve haver uma maior reflexão quanto a evidencia que a desigualdade racial é um problema presente.

CAPITAL E GRANDE SÃO PAULO

07 de novembro a 07 de fevereiro/2010 – A Fotografia Como Eu Sou, de Lita Cerqueira

A mostra é composta por 55 imagens em preto e branco, do arquivo pessoal da artista, sobre o universo afro-brasileiro (arte, religiosidade e cenas da vida cotidiana do Brasil). A curadoria é de Diógenes Moura, curador de fotografia da Pinacoteca.

Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz, 2. Tel.: (11) 3324-1000
Terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 6 e meia-entrada. Grátis aos sábados
www.pinacoteca.org.br

 

17 de novembro a 06 de janeiro/2010 – Exposição África em Nós

Local: Museu Afro Brasil – Parque do Ibirapuera

De terça a domingo, das 10h às 17h

Informações e agendamento: (11) 5579-0593

www.museuafrobrasil.com.br

 

 

19 a 22 de novembro – Mostra O Negro como Autor e Personagem da Ação Cinematográfica

São oito programas, com curadoria de Marco Meirelles e Max Fagotti, em duas sessões diárias – às 16h e 19h. A programação reúne filmes de cineastas negros ou que tenham o negro como personagem, incluindo obras de grandes nomes da história do cinema nacional, como Paulo César Saraceni, com Integração Racial (1964), e Natal na Portela (1988); e Roberto Farias, contando a clássica história do Assalto ao Trem Pagador (1962), entre outros.

Museu da Imagem e Som (MIS) 

Avenida Europa, 158, Jardim Europa. Tel. (11) 2117-4777

Auditório do MIS (177 lugares) – Classificação etária: 14 anos

Entrada Gratuita (retirar senha a partir de 1h antes da exibição)

Estacionamento: R$ 7

www.mis-sp.org.br

 

 

19 de novembro – São Paulo - O palco do Grêmio Recreativo Café dos Bancários recebe na quinta 19, véspera do Dia da Consciência Negra, um show mais do que especial da sambista Adriana Moreira. “Vou fazer uma retrospectiva desses mais de quatro anos de shows no Café, em especial das comemorações à consciência negra”.

Local: Café dos Bancários – Rua São Bento, 413 – Centro – São Paulo

Horário: 20h

 

20 de novembro – VI Marcha da Consciência Negra

Concentração: Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos – Largo do Paissandu – Centro – São Paulo

Horário: 10h

 

20 de novembro – Programação especial na Praça da Sé

Um palco montado na Praça da Sé, centro da capital paulista, recebe as comemorações do Dia da Consciência Negra. As atividades começam às 9h e seguem até às 20h. Entre os destaques da programação, shows de Elza Soares, Luiz Melodia e Quinteto em Branco e Preto.

Clique aqui e confira a programação completa.

 

20 de novembro – Mostra Cultural 

15h – Musical Rimas de Zumbi

16h – Grupo Camiranga

18h – Chama Poética: Consciência Negra

21h – Grupo Curima

 

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av.: Paulista, 37 – Bela Vista. Tel.: (11) 3285-6986/ 3288-9447:

Acesso a portadores de deficiência
Entrada Gratuita. Estacionamento pago
www.poiesis.org.br/casadasrosas

 

20 de novembro – Programação especial Museu Afro Brasil

17h – Shows dos grupos baianos: Nego Fujão e Cãos de Jacobina

18h – Abertura da exposição Eu Tenho um Sonho: De King a Obama – a Saga Negra do Norte

Rua Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque Ibirapuera, portão 10 – Tel.: (11) 5579-8542

Estacionamento pelo portão 3 do Parque Ibirapuera, com Zona Azul

Acesso a portadores de deficiência

Entrada gratuita

www.museuafrobrasil.com.br

 

23 a 25 de novembro – Seminário Inclusão e Exclusão dos Negros nos EUA e no Brasil, com a presença de especialistas, pesquisadores e personalidades do Brasil e dos Estados Unidos.

 

Museu Afro Brasil

Rua Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque Ibirapuera, portão 10 – Tel.: (11) 5579-8542

Estacionamento pelo portão 3 do Parque Ibirapuera, com Zona Azul

Acesso a portadores de deficiência

Entrada gratuita

www.museuafrobrasil.com.br

 

26 de novembro – Negra Li no CCSP

Expressão do rap feminino no Brasil, a cantora que já dividiu palco com Caetano, Martinho da Vila e Nando Reis apresenta um repertório preparado especialmente para o evento.
Entrada franca (retirar ingressos nos dias 24 e 25/11, das 14h às 21h, e no dia 26/11 até o início do show, se houver ingressos)
Local: Sala Adoniran Barbosa (631 lugares) – Centro Cultural São Paulo

Horário: 21h30

 

INTERIOR

20 de novembro – Eventos da Secretaria Municipal da Ação Cultural de Piracicaba/Movimento Mulheres Negras/Guerreiras Contemporâneas

08:00 hs. Missa Afro – Local: Igreja São Benedito/Piracicaba;

09:00 hs. Sessão Solene – Local: Câmara de Vereadores/Piracicaba;

10:00 hs. Cantos e Vozes Negras – Apresentação de repertório étnico com o Coral Afro Thulany, Grupo Sanguluka, grupo de flauta doce do projeto Capoeira na periferia, Coral Yahmeh, Canto Coral Copep, Grupo de País do Grupo Nossas Vozes. Local: Sesc-Serviço Social do Comércio – Rua Ipiranga, 155, Piracicaba;

13:30 hs. Mostra Artístico Cultural – Apresentação de cururu, hip hop, dança de rua, dança afro, percussão, capoeira, batuque de umbigada, samba lenço e roda de samba com participações especiais. Local: Engenho Central, Piracicaba;

21:00 hs. Noite da Seresta – Local: Largo dos Pescadores, Piracicaba.

 

21 de novembro – Ensaio do Samba

Horário: 13:00  hs

Local: Sesc-Serviço Social do Comércio – Rua Ipiranga, 155, Piracicaba.

 

21 de novembro – Aula de Tambor ministrada pela Escola Corinda – Resgate da Cultura Afro-Brasileira

Horário: 10h às 12h

Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato
Av. Monteiro Lobato, s/nº – Taubaté /SP
Entrada franca
Informações: (12) 3625-5062/ 3635-3234

 

21 de novembro – Palestra Escravismo no Brasil
Horário: 15h

 

Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes
Rua Santo Antonio, 641, Centro – Piracicaba – SP
Informações e inscrições: (19) 3422-3069
mprudentedemoraes@ig.com.br
Entrada franca

 

22 de novembro –  São Paulo em Retalhos

Horário: 14:00 hs

Local: Rua Ipiranga, 155, Piracicaba

 

22 de novembro –  Tarde de Cultura Paulista – Ciclo de Debates Folclore Hoje – Programa Movimentação Cultural

Horário: 17:00 hs

Local: Centro Cultural Antonio Pacheco Ferraz;

 

29 de novembro – Aniversário do Porto Maracatu – Secretaria Municipal de Ação Cultural, Centro de Documentação, Cultura e Política Negra

Horário: 16:00 hs

Local: Largo dos Pescadores

A violência contra a mulher é um instrumento construído historicamente que perpetua a desigualdade entre homens e mulheres. Insere-se na vida das mulheres desde as relações domésticas às relações de trabalho, causando danos psicológicos, físicos e até a morte das vítimas. Atualmente, as pesquisas que versam sobre a violência de gênero consideram não apenas os eventos, mas também as condições sociais que a originam.

Nesse sentido, a discussão sobre a violência de gênero deve perpassar a construção da nossa sociedade, marcada historicamente pela tradição da família patriarcal, o que levou à delimitação de papéis e espaços para homens e mulheres. Os resquícios dessa concepção se manifestam como estereótipos que atribuem características e competências diferenciadas por gênero. Assim, qualidades como força física são atribuídas aos homens e características ligadas à fragilidade às mulheres, valorizando e atrelando a idéia de submissão  à personificação feminina.

Ainda que a violência contra a mulher abranja todas as classes sociais, ela é ainda mais impactante quando se articula a outras violências. No caso das mulheres negras essa situação não é apenas amparada pelo sexismo, mas também pelo racismo.

O estudo “Indicadores de Desigualdade Racial”, organizado pela fundação SEADE, indica que a taxa de homicídio contra mulheres negras na faixa etária que vai dos 10 aos 24 anos, no Estado de São Paulo, é superior em mais de três pontos percentuais à taxa de homicídio de mulheres brancas na mesma faixa etária. O estudo, contudo, considera como mulheres negras o agrupamento das populações classificadas como preta e parda. Se computarmos apenas as mulheres classificadas como pretas, essa diferença sobe para oito pontos percentuais.

Ao analisarmos a faixa etária compreendida entre 25 e 39 anos, a desigualdade entre a taxa de homicídio contra mulheres negras e brancas se mantém em três pontos percentuais. Se restringirmos a comparação entre as mulheres brancas e as mulheres classificadas como pretas, a diferença é superior a dez pontos percentuais.

Os dados ilustram que a violência de gênero é acentuada quando as vítimas são mulheres negras. Os movimentos feministas negros têm lutado para a incorporação da violência racista como uma dimensão da violência de gênero. Tal ponto de vista demanda uma reflexão sobre as raízes históricas e culturais do nosso país, considerando o patriarcalismo e o racismo como elementos estruturantes na construção da sociedade brasileira.

Compreendemos que não basta eliminarmos as desigualdades entre homens e mulheres se não pensarmos nas discrepâncias entre as condições de vida de mulheres brancas e negras. É preciso tratar a violência de gênero a partir de um recorte racial, comprometendo-se ao mesmo tempo com a luta pela igualdade de gêneros e com a luta pela igualdade racial, e entendendo o caráter transversal da promoção da diversidade.

A Caixa reconheceu a necessidade de se implantar uma política de valorização da diversidade através da implementação do Programa Caixa de Diversidade. O programa foi pensado com o objetivo de valorizar e articular as diferenças humanas, por meio de ações que sensibilizem colegas, clientes, fornecedores e parceiros quanto às formas de preconceito e que promovam a igualdade de oportunidades. 

A criação de comissões como a Comissão Pró-equidade de Gênero e a Comissão Nacional para a Igualdade Racial são marcos desse novo conceito de gestão, com foco na construção de um ambiente equânime e na valorização das potencialidades de todos/as os/as empregados/as da Caixa: homens, mulheres, pretos/as, pardos/as, indígenas, brancos/as e amarelos/as.

Cássia Maria da Silva Rodrigues é socióloga, integrante da Comissão Nacional para a Igualdade Racial da Caixa Econômica Federal

SORTE

Não tem como não me sentir um cara de sorte nesta sexta-feira 13. Estava conversando com uma amiga ontem, falando que pode até ser cansativo ser eu, mas eu não me canso de quem sou. Não trocaria minha vida por nada nem por outra. Claro que ter o dinheiro do Bill Gates não seria nada mais, mas a vida dele não me interessa, mesmo sem dinheiro a minha já é muito melhor.

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Antes de qualquer coisa, não posso deixar de falar do Eterno meu Elohim, que me deu o privilégio de ser quem sou, como sou e ter tudo o que tenho. É Ele que me sustenta, me dá vida e acredita em mim, até mesmo quando eu não acredito. A Ele devo minha fé, gratidão, enfim, devo minha vida.

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Tenho um bom trabalho, um bom salário, e mesmo que não possa ter tudo o que quero, pelo menos não agora, nada me falta, sejam as coisas mais básicas, assim como lazer e alguns mimos de vez em quando. Podemos dizer que não falta o chocolate de cada dia.

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Tive uma oportunidade de fazer e concluir uma faculdade, que ainda que não seja de renome, como uma USP, PUC ou Mackenzie, me abriu algumas portas e, principalmente, me rendeu alguns conhecimentos, e conhecimento com certeza vale mais do que qualquer diploma. E agora estou também concluindo minha pós-graduação, que também está me ajudando muito, até mesmo com alguns projetos pessoais.

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Mas sem dúvida alguma, as melhores coisas da minha vida são meus amigos e família. Os amigos que tenho sem dúvida alguma são os melhores que poderia ter. Falo isso daqueles que estão próximos, que me ajudam em todos os momentos, que me deram suporte quando minha vida perdeu o rumo e que se alegraram quando me reergui. Mas falo também dos amigos distantes, tanto os que estão longe fisicamente quanto os que talvez nem saibam que são meus amigos, mas ainda sim são importantes.

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Minha família também é a melhor do mundo. Meus pais, verdadeiros guerreiros da vida, que lutaram e lutam por tantas vezes e de tantas formas diferentes não só para ter uma vida melhor como para dar o melhor por seus filhos. E se tenho esta vida da qual me orgulho hoje, é graças a eles que me criaram da melhor forma possível, me suportaram, não só financeiramente, mas com amor e cuidado. São os melhores pais que alguém poderia querer, e são como eu desejo ser na vida do meu filho. Eu os amo, amo minha irmãs, e mesmo meus cunhados, são especiais para mim de uma forma que talvez nem percebam. E não poderia deixar de falar da minha outra família, a família da @beealima, família esta que passeia a amar antes mesmo de ser minha família. Já me aceitavam quando nem mesmo estávamos namorando.

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E da união do fruto destas famílias surgiu uma nova família, a minha nova família, formada por mim, @beealima e o primeiro fruto deste amor tão lindo, Arthur. E estas duas pessoinhas lindas, por enquanto reunidas numa só, são hoje a razão da maior parte de toda minha felicidade. O amor que eu pensei que não mais existia, a vida que pensei que não teria mais graça, a fé que havia esfriado, ela me ajudou a recuperar tudo isso e muito mais. Somos novos ainda, estamos casados a pouco tempo, 2 meses e alguns dias, mas o que posso dizer hoje é que a amo cada dia mais, e desejo poder amar pelo menos até sempre.

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E é assim, nesta vida, desta forma linda e abençoada, que quero receber meu lindo filho. Lutarei o quanto for necessário para que ele possa ter uma vida muito melhor que a minha, e que um dia possa dizer como eu, a minha vida é a melhor vida que eu poderia viver.

INVASÃO

Um texto de Y. Camargo – baseado em fatos reais

 

1. Candura

 

1995. Um novo dia começa. Ele abre os olhos e se encontra acordado em seu pesadelo diário. Lembra-se, com pesar, do sonho que tem se repetido quase todas as noites. Os garotos rindo dele, sua prima, sua babá, seu choro. A esperança quanto ao fim da angústia há muito tempo tinha morrido, mas o que poderia fazer? Levanta-se, então, para viver sua desgraça.

 

Escova os dentes, toma banho e caminha a passos lentos até a cozinha. Está sozinho em sua casa, pois seus pais trabalham fora, e os irmãos estão estudando. Agora que tem 12 anos já não precisa mais de babá. Uma babá… Ele se lembra, foi uma babá que deu inicio ao fim de sua vida de forma tão prematura. Os desejos labirínticos da babá trouxeram humilhação, medo, revolta e vergonha a sua vida.

 

_ Já chegou lindinho? Que coisa mais linda. Como foi na escolinha hoje?

_ Tudo bem, Cy… O Alex e a Jú já foram pra escola?

_ Já sim.. – responde Cy, a babá, com um sorriso impudico nos lábios – Somos só você e eu.

_ Posso te contar uma coisa, Cy?

_ Claro que pode Beto. O que é?

_ Tem uma menina, na escola. Acho que ela gosta de mim.

_ E por que você acha isso, hein, espertinho? – Questiona a babá rindo de forma pungente.

Beto responde sem graça.

_ Ela me beijou hoje.

Cy, fingindo-se abismada exclama:

­_ Sério. Uau. Mas beijou na boca?

_ Não, não. ­Responde o menino com o rosto corado de vergonha.

_ E por que você não a beijou? Cy pergunta, mas o garoto não responde, apenas abaixa a cabeça tentando esconder sua vergonha. _Você não sabe beijar? É por isso? Cy sorri, um sorriso malicioso. _Não se preocupe, eu vou te ensinar. Vou te ensinar tudo o que você precisa saber sobre mulheres.

 

Alguém bate na porta e Beto acorda. Tinha adormecido no sofá após o café da manhã, enquanto pensava na Cy, a babá que ele culpava angustiosamente por sua infelicidade. Ao abrir a porta uma surpresa: sua prima Liliane. Seria tudo coincidência? Os sonhos, os pensamentos que não saiam de sua cabeça, a babá e agora sua prima, a co-causadora de suas dores e medos. Ao olhar no fundo daqueles lindos olhos azuis ele mergulha novamente em seus pensamentos que relembram os dias que antecederam a sua ruína.

 

_ O que vocês estão fazendo?

_ Hã… Oi Lili… – diz a babá sem saber como reagir.

A situação era realmente muito estranha. A babá, deitada no sofá com a saia levantada e sem calcinha, era beijada por Beto, mas não na boca; eram outros lábios que ele beijava. E ainda hoje, depois de tantos anos, ele se lembra do gosto de sua babá, o sabor do líquido que fluía dela, misturado com o gosto de seus pêlos. Não era ruim, mas também não podia dizer que era gostoso, ele não sabia o que era, não entendia, sabia apenas que gostava, sabia que era bom.

 

_ Tudo bem Beto? O que foi?

Beto foi trazido de volta ao presente por Lili.

_ Ah… Sim, tudo bem. E você? O que faz aqui?

_ Sua mãe pediu para eu passar  e pegar uma sacola que ela esqueceu no quarto.

_ Ah. Tá bom. Pode ir lá pegar.

 

Ela vai até o quarto e lá está a sacola em cima da cama, mas ela não vê apenas a sacola, na cama, ela vê o seu passado.

 

_ Vem Betinho, estamos esperando. – Lili está deitada com a babá na cama. Estão se acariciando e esperando por Beto. Lilli vai à casa dele antes de ir para a escola sempre que possível. Como ela mesma diz, ela vai brincar de médico. A sádica babá tem 17 anos, Lili 12 e Beto apenas 7 anos.

 

_ Puxa Betinho, que demora. – Diz a babá. _ Nós precisamos tomar nossa injeção. – Betinho entra no quarto, pelado, enquanto elas riem e se preparam para a diversão iminente, para o prazer inocente e ao mesmo tempo ilícito que compartilham em segredo.

 

_ Encontrou a sacola Lili?

_ Hã… O que? Ah, sim, a sacola, encontrei. Já estou indo. – Lili então sai com um sorriso buliçoso no rosto, ainda relembrando as peripécias de sua puberdade.

 

Comparado ao que estava por acontecer, a tarde de Beto foi tranqüila. Foi para a escola, esteve com seus colegas, fez os deveres, enfim, viveu mais uma tarde  de forma quase inerte e sem grandes transformações; mas mudanças aconteceriam sim, naquela noite, quando seu segredo tomaria um novo rumo.

 

Ao sair da escola  vai até a casa de um amigo que mora ali perto. Enquanto espera em frente ao portão, um garoto aparece. O coração de Beto pára, seu sangue gela e ele fica imóvel, sem saber o que fazer. Enquanto o rapaz se aproxima , Beto se restabelece do choque e tenta correr, mas é impedido pelo outro, que joga sua moto abrasivamente sobre ele.

 

_ Pode parar ai moleque, onde pensa que vai? Você não pode fugir de mim. Não quer que eu conte tudo para seus pais, não é?

 

A mesma chantagem ouvida todas às vezes nos últimos cinco anos, de formas diferentes e de pessoas diferentes, mas a mesma ameaça que o prendia no pesadelo, e que só piorava a cada vez que ele cedia às exigências de cada chantagista. _ Vamos brincar, pirralho.

 

2. intimidação

 

Deitado na cama e tremendo de medo, Beto chora e pensa em como tudo isso começou. Ele lembra de Lili e Cy deitadas nuas na cama esperando por ele. Se vê chegando e se deitando com elas, ouve os risos, os gritinhos, os gemidos e sente o cheiro do prazer delas. Ouve então aqueles a quem até então ele considerava seus amigos chamando no quintal de sua casa. Ele grita, pedindo para que esperem ao mesmo tempo em que percebe a janela do quarto aberta. Tudo acontece rápido demais. Seus três amigos aparecem na janela como que saídos do nada. A primeira reação dele é a de levantar e se vestir. Os amigos, depois de um tempo apreciando a imagem deliciosa, saem correndo e gargalhando. Beto corre pelo corredor da casa, tentando alcançar a porta o mais rápido possível. Ele teme que saiam para a rua e contem o que viram, sabe-se lá para quem. Era um segredo que a babá e a prima o fizeram jurar que jamais seria contado a ninguém. Nem queria imaginar o que aconteceria se aquilo fosse descoberto pelas pessoas erradas, ou seja, seus pais.

 

Beto então os alcança, e quase chorando, implora para que não contem nada. O desespero é visível em seu olhar e em sua voz. Eles garantem que não contarão a ninguém e Beto fica um pouco mais tranqüilo. Volta e diz à Cy e Lili que eles não incomodarão mais. Terminava ali sua vida de aventuras com a babá e a linda priminha, porém começa também uma nova vida de terror e pesadelo.

 

Sem saber como seria a reação de seus amigos depois da descoberta, ele vai para a rua na mesma noite para encontrá-los numa construção onde costumavam brincar. Ele era o mais novo, com apenas 7 anos. Não raramente era ludibriado por eles, moleques dois, três, até cinco anos mais velhos que ele. Chegando ao terreno, ouve murmúrios que cessam com sua chegada. No rosto deles um olhar diferente e o mesmo sorriso malicioso que tantas vezes viu no rosto da Cy. Eles se aproximam; Beto sente seu coração disparar e na verdade seu coração quase sai pela boca quando ouve, pela primeira vez, a chantagem que o prenderia num pesadelo de  muitos anos. _Beto, nós estávamos falando sobre o que vimos hoje, e seus pais com certeza ficarão muito bravos quando descobrirem, não é mesmo? – Beto apenas olha com desespero enquanto continuam. _Claro que você pode ficar tranqüilo, pois não vamos contar nada pra ninguém…mas você vai ter que brincar com a gente.

 

3. porviR

 

De volta ao presente, Beto ouve sua mãe abrindo a porta do quarto. Ela diz que um amigo está chamando. Ele pede para dizer que não poderá sair, pois está muito mal. Ela, preocupada, pergunta o que ele tem, mas ele não sabe o que dizer. Alguns minutos depois outro garoto aparece no portão e o chama. A mãe de Beto diz que ele não poderá sair porque não está bem, e o garoto vai embora. Beto sente medo, assombro e pânico. Ele conseguiu escapar até agora, mas até quando poderá se esconder?

 

A mãe de Beto desconfia de que alguma coisa esta errada, mas não imagina o que pode ser. Ela espera seu marido chegar, explica o que aconteceu e sua desconfiança. O pai, que outrora já desconfiara de certas conversas estranhas ouvidas certa vez entre Beto e uns garotos na rua, temeu pelo que poderia estar acontecendo.  Mal sabia que seus temores eram reais e estavam acontecendo há mais tempo do que poderia imaginar.

 

Beto se assusta ao ver o pai entrar no quarto, sério e até parecendo um pouco bravo. Era como se ele já soubesse. Beto começou a se sentir mal de verdade, e quando seu pai perguntou o que estava acontecendo, ele sabia que não poderia mentir, mas como uma criança contaria ao seu pai um fato tão decepcionante?

 

Porém, decidiu seguir em frente ao pensar em todas às noites de choro, em todas às vezes que apanhou, sendo forçado a fazer coisas que não suportava, todas às vezes que fugiu correndo pela cidade, indo a lugares desconhecidos, com asco e medo. Não conseguia nem imaginar qual seria a reação de seu pai. Pensava que provavelmente seu pai ficaria bravo e decepcionado, com razão, é claro, seja pelo fato em si, seja por ter deixado acontecer por tanto tempo e nunca ter contado.

 

Imaginava seu pai sem falar com ele, ou brigando e batendo nele. Quem sabe até mesmo expulsando-o de casa. Mas de uma coisa  tinhacerteza:  depois de mais de cinco anos, era a única forma de acabar com aquele pesadelo, de se libertar. O medo ainda duraria um tempo, assim como o ódio e a tristeza, mas pelo menos seria livre. Finalmente, era chagada a hora da verdade: _Pai, estes moleques que estão ai fora, e alguns outros, me forçaram a fazer sexo com eles…

Teste de pureza

Faça uma auto-avaliação de sua pureza. Seja sincero e responda todas as perguntas. Surpreenda-se e, se quiser, comente seu resultado.

Teste Clássico de Pureza

1. VONTADE DE FAZER XIXI? PENSE EM SACANAGEM
Pensar em sexo mantém o cérebro ocupado, por isso o desconforto parecerá menor. Temos dois impulsos da urina. Quando a bexiga expande, gera um estímulo de urinar, chamado primeiro estímulo, que é suprimível. Agora há um segundo, que é quando a bexiga está com seu volume máximo suportável. Se for esse o caso, aí não adianta pensar em nada.

2. PREVINA A MIOPIA
Segundo a oftalmologista norte-americana Anne Barber, a miopia raramente é resultado da genética. A principal causa é forçar a visão: ficar muito tempo em frente ao computador ou à televisão, por exemplo. Para evitar isso, de tantas em tantas horas durante o dia, feche seus olhos, contraia seu corpo, respire profundamente, e após alguns segundos expire e solte os músculos ao mesmo tempo. Apertar e soltar os músculos, como bíceps e glúteos, pode fazer com que outros músculos, como os dos olhos, relaxem também.

3. APAGUE O FOGO COM AS MÃOS!
Quando queimar o dedo acidentalmente no fogão, limpe a pele e exerça uma leve pressão com a ponta de outro dedo. O gelo iria aliviar a dor mais rapidamente, mas, como o método natural faz com que a pele volte à temperatura normal, há menos chances de formar bolhas.

4. SE A GARGANTA ARRANHAR, COCE A ORELHA
Quando os nervos da orelha são estimulados, isso cria um reflexo na garganta, que causa um espasmo muscular. Esse espasmo alivia a coceira da garganta. Mas esse alívio varia de indivíduo para indivíduo e também depende do tipo de coceira. Por exemplo, o pigarrear do fumante é resultante da tentativa do organismo em manter a fisiologia da traquéia adequada, produzindo muco excessivo. Isso gera irritação, coceira e tosse. Essa coceira não irá melhorar nem esfregando a orelha com palha de aço.

5. MEDO DE AGULHA? TUSSA
Cientistas alemães descobriram que tossir durante a aplicação de injeção pode diminuir a dor provocada pela agulha. De acordo com os pesquisadores, isso causa um aumento repentino e temporário na pressão exercida no peito e no canal da espinha, inibindo as estruturas condutoras da sensação de dor na medula espinhal. Mas essa inibição é muito rápida, só vale no momento da picada. Há vários tipos de injeção. Por exemplo, a intramuscular, que gera muita dor, e a intradérmica, que gera só a dor da picada na pele. Somente esta última pode ser suprimida por outro estímulo.

6. PARA COMBATER A AZIA, MUDE DE LADO
Estudos mostram que pacientes que dormem virados para o lado esquerdo têm menos chances de sofrer de refluxo estomacal. O estômago e o esôfago estão conectados em um determinado ângulo. Quando você dorme virado para o lado direito, o estômago fica mais alto do que o esôfago, permitindo que a comida e o ácido estomacal deslizem para sua garganta. Quando você vira para o lado esquerdo, o estômago fica mais baixo do que o esôfago, e a gravidade a seu favor. Dependendo da azia, não adianta nem ficar de ponta-cabeça, é preciso procurar um médico.

7. PARA EVITAR AQUELA DOR DO LADO QUANDO VOCÊ CORRE, EXPIRE QUANDO SEU PÉ ESQUERDO TOCAR O SOLO
Se você é como a maioria das pessoas, quando corre, você expira quando seu pé direito toca o chão. Isso coloca pressão no seu fígado (localizado no lado direito), que o repassa para o diafragma e produz aquela “dorzinha do lado”. Por isso o conselho é exalar o ar quando seu pé esquerdo tocar o chão.

8. FAÇA O MUNDO PARAR DE GIRAR
Para acabar com aquela tontura resultante de uns drinques a mais, basta colocar suas mãos em algum lugar estável. O órgão responsável pelo equilíbrio, a cóclea, flutua em um fluido que tem a mesma densidade que o sangue. À medida que o álcool dilui o sangue na cóclea, o órgão se torna menos denso. Isso confunde o cérebro. A informação tátil de um objeto estável dá ao cérebro uma “segunda opinião”, e você fica mais equilibrado. Como os nervos das mãos são muito sensíveis, a tática funciona melhor do que manter os pés no chão.

9. DERRETA SEU CÉREBRO
Para evitar aquela dor de cabeça característica de quando se toma uma grande quantidade de sorvete muito rápido, pressione sua língua contra o céu da boca. Não é nenhum tipo de simpatia ou mandinga, como pode parecer. Como os nervos da região ficarão extremamente gelados, seu corpo irá pensar que seu cérebro também está congelando. Quanto mais pressão você aplicar no céu da boca, mais rápido a dor de cabeça irá diminuir.

10. O CORAÇÃO DISPAROU? ASSOPRE
Para controlar o nervosismo que que antecede a entrevista de emprego ou o primeiro encontro, assopre bastante (num saquinho, no seu dedo ou em qualquer outro lugar). A estratégia funciona porque, quando sofremos uma grande descarga nervosa e não estamos em movimento, temos uma hiperventilação. Quando isso acontece, temos um aumento na concentração de oxigênio em um lugar chamado gás alveolar, que se localiza no alvéolo pulmonar (onde ocorrem as trocas de gases no pulmão). Quando respiramos dentro de um saquinho, por exemplo, o efeito é a diminuição da freqüência cardíaca, devido à redução do oxigênio no gás alveolar. Isso faz com que a freqüência cardíaca volte ao normal rapidamente, sem precisar de calmantes.

Fonte: http://www.vocesabia.net

É sério, eu tento fazer tudo isso ai. Pode não ser tão fácil, mas com certeza é muito saúdavel.
  1. Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições.
  2. Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereais(arroz, milho, trigo pães e massas),
    tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos
    naturais.

    Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereais(arroz, milho, trigo pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos naturais.

  3. Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.
  4. Coma feijão com arroz todos os dias ou , pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.
  5. Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!
  6. Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans.
  7. Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.
  8. Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer, charque, salsicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.
  9. Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.
  10. Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.

VEJA AQUI SE VOCÊ ESTÁ COM UM PESO SAUDÁVEL

Se você tem entre 20 e 60 anos, veja no quadro abaixo o seu IMC (Índice de Massa Corporal). Para calcular, divida o seu peso, em quilogramas, pela sua altura, em metros, elevada ao quadrado.

IMC=peso/(altura)2

peso

Fonte: Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição

www.saude.gov.br/nutricao

cgpan@saude.gov.br

Feliz Dia dos Pais

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