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CURIOSIDADE: O escudo do Superman com o fundo preto

Primeira aparição do escudo da casa de El com o fundo preto (Superman de Fleischer – 1941/1942)

Uma das primeiras aparições do escudo da casa de El com o fundo preto

(Superman de Fleischer – 1941/1942 -Imagem de: http://www.nerdeando.com.br)

Estamos acostumados com o símbolo do Superman com S vermelho em um fundo amarelo, que junto com o azul, são as cores clássicas do Superman. Mas nem sempre foi assim. O famoso emblema do primeiro Super Herói do mundo, que já sofreu várias alterações, já teve seu fundo preto, no passado distante e no passado nem tão distante assim.

Action Comics #1
Action Comics #1 (Imagem de: http://www.metropolisplus.com)

Em sua primeira aparição, na Action Comics #1 (1938), o emblema não passava de uma espécie de triângulo, ou coisa do tipo, mas as cores básicas já estavam ali, um S vermelho num fundo amarelo. 

Aparentemente, por erro, ou preferência artística, a capa de Superman #4 (1940) trazia o símbolo com o fundo preto pela primeira vez.

Superman #4_Superman #4 (Imagem de: http://www.metropolisplus.com)

Nos anos 40, a série animada Superman, produzida pelos Estúdios Fleischer, apresentou uma mudança nas cores do emblema do Superman, onde o S era vermelho, fundo preto e a borda amarela. 

Superman de Fleischer (1941-1942

Superman de Fleischer 1941-1942 (Imagem de: http://www.nerdeando.com.br)

No anos 90, a série em quadrinhos O Reino do Amanhã resgata a versão do logo em preto e vermelho, quando Clark Kent, já aposentado, precisa voltar à vestir o uniforme do Superman e exibir no peito o símbolo da esperança para a humanidade. 

O Reino do Amanhã

O Reino do Amanhã (Imagem de: http://omelete.uol.com.br)

Após a saga Mundos em Guerra, o Superman passou a adotar por um tempo um uniforme de luto pelas perdas sofridas durante o combate contra Imperiex, esse era um uniforme com o logo em preto e vermelho. Foi o uso mais recente do símbolo com fundo preto pelo Superman, que aconteceu em 2001.

Supeman após a batalha contra Imperiex
Supeman após a batalha contra Imperiex (Imagem de: http://www.multiversodc.com)

Além disso, tanto o Superboy Primordial, durante a saga Crise Infinita, quanto o Superboy pós-crise (e pré-reboot) também usaram o logo em preto e vermelho. O Superboy Primordial usou uma espécie de armadura, com o logo bem próximo do utilizado pelo Superman após a guerra contra Imperiex. Já o uniforme do Superboy da Era Moderna era uma camiseta preta com o símbolo em vermelho.

Superboy Primordial
Superboy Primordial (Imagem de: http://2.bp.blogspot.com)

Superboy
Superboy da Era Moderna (Imagem de:  http://upload.wikimedia.org)

Já sobre o uniforme do Superboy pós-reboot não há muito o que se comentar, por enquanto.

Novos 52: Superboy - por enquanto, sem comentários
Novos 52: Superboy – por enquanto, sem comentários (Imagem de: http://3.bp.blogspot.com)


 
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Publicado por em dezembro 29, 2011 em HQs

 

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Por: Bruna Stella

Família reunida, mesa farta, presépio, árvore decorada, presentes e sentimentos de união, paz e fraternidade. Assim é o Natal, uma data que revela a solidariedade e estimula as boas ações. Mas será que todas as pessoas pensam dessa maneira? Não!

Tem muita gente que não suporta as festividades natalinas e as justificativas são diversas. Por exemplo, alguns dizem que o Natal não deveria ser comemorado no dia 25, já que não é o dia oficial do nascimento de Cristo. Para outras pessoas está é uma data puramente comercial e que o espírito de solidariedade e união são falsos, porque, durante os outros 364 dias do ano, se preocupam com suas próprias vidas e não dão a mínima pelo que ocorre no mundo.

O intuito desta matéria é colocar em pauta o outro lado do Natal. Enquanto muitos passam esta época do ano correndo atrás dos presentes e preparação da festa, conversamos com quatro jovens que não vêem a mínima graça em comemorar a data.

!ObaOba – Qual o significado do Natal? Por que não comemorar?
Rubens Eduardo: O dia 25 de dezembro, pra mim, significa mais um feriado do calendário e não comemoro porque esta data é um culto à hipocrisia e ao capitalismo porco e selvagem.

Eduardo: O Natal sempre significa a mesma coisa, presentear, ser mais caridoso, renovar laços afetivos. Não gosto desta data, pois acho uma hipocrisia você ter uma dia estipulado para fazer tudo isso. O ano todo e em todas as horas, você deve presentear quem você ama, reunir a família, e ser feliz os 365 dias, não só no dia 25/12. Fora isso, tem o conceito primário, o nascimento de Cristo, não sou cristão e acho que mesmo sendo não deveria haver feriados religiosos. Imagina se fossemos parar para todos os feriados islâmicos, budistas e afins.

Ana Carolina: O Natal significa uma data comercial muito bem sucedida, assim como o dia das mães. Ele deixa de ser motivo de comemoração e passa a ser motivo de troca de presentes pela pressão sufocante da mídia que influencia a comprar.

Juliana Hashimoto: O natal hoje significa que vou trabalhar mais. Não existe mais magia em dizer que se vai comemorar o natal!

!ObaOba – E qual é o mito que você diz?
Ana Carolina: Existem outras comemorações no dia 25 de dezembro, que foi uma data escolhida agregando valores de outras culturas. As pessoas já realizavam diversas comemorações mesmo antes do nascimento de Cristo, como homenagem ao deus persa Mitra e até cultuar o deus grego do vinho, Dionísio.Tudo isso, porque caem aproximadamente na época do solstício de inverno do hemisfério norte (quando o sol começa a fica mais tempo no céu). Mas, quando o cristianismo começou realmente a crescer, esses festivais passaram a homenagear somente Jesus, e não outros deuses.

!ObaOba – O alto índice de comercialismo no Natal é uma afronta à religiosidade que inspirara a data?
Rubens Eduardo: Com certeza. Jesus nasceu em berço humilde, ensinou a caridade e o amor ao próximo e ensinou a liberdade, mas preferimos ser escravos do consumismo e dinheiro.

Eduardo: A data do Natal já é motivo de questionamento para o nascimento de Cristo, pois qualquer historiador sabe que o dia 25/12 é mera figuração. E motivos religiosos possuem o mesmo intuito do comercial.

Ana Carolina: Em toda e qualquer data festiva há comercialização de algo, mas se torna uma afronta a partir do momento que esquece o motivo, e passa a ser troca de presentes do dia 25 de dezembro. Conheço famílias de ateus que dão presentes de Natal aos filhos, afinal, como você vai explicar para uma criança que assiste televisão que a opinião religiosa da família difere da veiculada na TV, e por isso não vai ganhar presente como a maioria das crianças?

Juliana Hashimoto: Eu não diria afronta, e sim que hoje o Natal é apenas comércio.

!ObaOba – O que fazer na noite de Natal, além da comemoração tradicional?
Juliana Hashimoto: Eu durmo. No meu ponto de vista é uma noite comum.

!ObaOba – E quanto a família, concorda com esse tipo de opinião?
Rubens Eduardo: Os mais próximos entendem e respeitam a minha opinião, mas preferem fazer de conta que é possível conviver só com o que chamam de “lado bom do natal”.

Eduardo: Não, mas respeitam. Assim como respeito a opinião deles sobre gostar do Natal.

Ana Carolina: Concordar não concordam, mas respeitam e entendem meus motivos.

Juliana Hashimoto: Concordam. Os japoneses não têm o costume de comemorar natal desta forma.

!ObaOba – O que mais detesta no Natal?
Eduardo: Figura do Papai Noel, música natalina e a hipocrisia cotidiana do mês de dezembro, o mês que todo mundo é bonzinho.

Ana Carolina: As situações que são impostas, por exemplo, amigo secreto de uma empresa, imagine a seguinte situação, se você tira uma pessoa que não gosta e não conversa o ano todo?

Juliana Hashimoto: Odeio como as pessoas se comportam diante do real motivo de comemoração e junto com a hipocrisia, a ponto de cometer erros o ano inteiro e acharem que no Natal tudo será perdoado.

Rubens Eduardo: A hipocrisia de milhões de caridosos por um dia. Com doações a todos. Parece lindo, não? Mas será que estas pessoas carentes precisam de ajuda somente no natal?

!ObaOba – Mas isso não é o espírito da época, em que todos estão passando?
Rubens Eduardo: Eu acho que estas pessoas, tanto se preocupam em fazer boas ações no natal, só as fazem por terem suas consciências cheias de culpa por não ajudar ninguém o ano inteiro. É fácil ser assim: basta passar o ano inteiro ignorando o menino sujo do farol, do qual tem medo de ser assaltado, e no final do ano, engana a própria consciência com um presentinho de natal, comprado na lojinha de R$1,99.

!ObaOba – Qual a importância do Natal para a humanidade?
Rubens Eduardo: A humanidade é muito heterogênia, mas podemos dividi-la em 3 grupos: os cristãos comemoram o nascimento de Jesus, que mesmo sendo Deus veio Á Terra como homem para salvar o mundo; os não cristãos, o natal não tem qualquer importância; e para os que pensam serem cristãos, o natal é a data de fazer compras, praticar a gula, beber até vomitar, sentar no colo do papai Noel e, de vez em quando, lembrar de um tal Jesus, a quem devem ser gratos por mais um feriado no calendário.

Eduardo: Nenhuma. Em qualquer país que não se comemore o Natal não há diferenças entre a população, economia, nada.

Ana Carolina: O Natal faz a humanidade comprar mais, gastar mais, importar e exportar mais, um giro de capital incrível.

Juliana Hashimoto: Nenhuma. O natal hoje é apenas uma fuga do real, as pessoas saem pra comemorar numa festa, enchem a cara, falam suas verdades e no final passam um ano inteiro fugindo até o próximo “show” de natal.

 
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Publicado por em dezembro 24, 2011 em CRÍTICAS

 

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Nova Política de Moderação de Comentários

Assim como montei este blog para me expressar livremente e com liberdade, deixei os comentários abertos para que qualquer pessoa pudesse se expressar com total liberdade. Porém, nos últimos meses, algumas pessoas têm abusado desta liberdade, utilizando-se de ofensas e difamação em seus comentários. Sendo assim, resolvi tornar pública e colocar em prática uma nova política de moderação dos comentários do blog. Coisa simples, de forma que os verdadeiros leitores não tenham sua liberdade podada, mas pontual e necessária, para que certos absurdos não sejam postados.

Primeiramente, não serão aceitos comentários que contenham ofensas pessoais, palavrões e palavras de baixo calão com o objetivo de denegrir a imagem de qualquer pessoa.

Além disso, não serão aceitos comentários postados por pessoas que não informem seu e-mail real. Analisando os comentários mais grosseiros postados recentemente, a maioria informa endereços de e-mail inválidos. Sendo assim, comentários postados utilizando e-mails falsos serão considerados spam.

Espero que isso seja o suficiente para conter o abuso nos comentários de certos posts.

 
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Publicado por em outubro 20, 2011 em RELACIONAMENTO

 

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Slim Drivers facilita a vida na hora de atualizar/instalar drivers

Hoje em dia, com a crescente oferta dos netbooks, passamos muitas vezes pela situação de ter que restaurar o Windows e não ter como instalar os drivers de hardwares diretamente dos CDs, já que esses dispositivos não apresentam o leitor de CD/DVD para isso. Também pode ocorrer de perdermos os CDs originais para instalação. Aí a instalação dos drivers vira uma verdadeira caça ao tesouro, pois temos que verificar marcas e modelos de cada dispositivo e caçar na internet os respectivos drivers.

Felizmente existe um programa que facilita nossa vida, estou falando do Slim Drivers free.

É um programa bem simples e prático, que verifica os dispositivos instalados no sistema e os drivers necessário, informando se há a necessidade de atualização/instalação e, o melhor, já nos dá o link para download do referido drivers, controlando e acompanhando toda a atualização/instalação dos drivers necessários.

Fica aí a dica, Slim Drivers Free, uma mão na roda na hora de atualizar e instalar drivers de dispositivos no sistema Windows.

O programa serve para Windows XP, Vista e 7.

DOWNLOAD DO SLIM DRIVERS

 
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Publicado por em outubro 19, 2011 em TECNOLOGIA

 

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Android e iPhone: Quem disse que um será o Highlander?

Numa discussão com o +Riz Droid no G+, surgiu a questão dessa coisa de fanboy, que se apega à um sistema ou produto, como acontece com Android e iPhone, e, de certa forma, nutre uma fé cega. O Riz disse uma coisa importante em determinado momento, ter os pés no chão, nunca é demais.

Eu mesmo, muitas vezes, através de críticas e comparações, posso passar a impressão de que quero ver o sucesso do Android a qualquer custo e a queda da Apple. Confesso que não concordo com a política restritiva atual adotada pela Apple, mas isso não significa que eu queira o fim da empresa. Pelo contrário, quero ver o sucesso do iOS, assim como do WP7. Até mesmo o Symbiam, se sobreviver, seria bem vindo. Porque digo isso? Pois é importante termos opções, é bom que possamos escolher aquilo que melhor atende as nossas necessidades. E isso não é questão de ser melhor ou pior.

Temos visto isso acontecendo com a indústria automobilística, por exemplo. São várias montadoras, marcas e modelos, produzindo material de qualidade. E qual é melhor? Depende. O ideal seria perguntar, qual é o melhor para mim? Qual é o melhor para sua necessidade? Afinal de contas, um Celta 2 portas pode ser ótimo para uma pequena família, enquanto uma com muitos filhos e netos pode precisar de uma van.

Assim também tem acontecido com os consoles de videogame. Temos hoje, por exemplo, três marcas e consoles em destaque, coexistindo e possibilitando que os consumidores escolham aquele que mais o agrada. No meu caso o PS3 é perfeito, mas isso não significa que o Xbox 360 seja pior, apenas que é diferente. E o fato de eu preferir o PS3 nada tem a ver com o fato do Xbox ser da Microsoft, pois isso pra mim, nesse caso, é irrelevante. Mas em outros casos a marca pode ser um fator importante sim.

Mas o que não entendo é essa coisa de Fanboy querer achar que tudo tem que ser meio Highlander, que só pode haver um smartphone, um sistema operacional, que todos os outros devem ser destruídos. Acredito numa possível coexistência entre ótimos produtos e empresas. Eu falo bem, recomendo e amo o Android pelo que ele é hoje, pelo que ele oferece pra mim, pois me identifico com os produtos, com as marcas, com o sistema operacional e com a própria Google. Mas isso não significa que idolatro a marca. Não vou sair e fazer uma tatuagem de um Android, pois o futuro é incerto. Hoje sou Android, mas quem garante que amanhã eu não seja iOS? Tudo pode acontecer. E repito, isso nada tem a ver com o fato de um ser melhor ou pior. Hoje o Android atende perfeitamente minhas necessidades, hoje ele é o melhor pra mim. Mas para tantas outras pessoas o iPhone é melhor, por vários motivos.

Enfim, que venha o iPhone 5, ou 4S, que seja, que venham novos sistemas operacionais, e que todos tenham o seu espaço, com a concorrência impulsionando melhorias continuas e inovações em todos, e dando aos consumidores o poder de no final, decidir aquele que é o melhor… pra cada um.

 
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Publicado por em outubro 4, 2011 em TECNOLOGIA

 

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A tecnologia e o relacionamento entre pais e filhos

Cartas ao Tom é uma coluna publicada na Revista Pais & Filhos e escrita pela Andrea Siqueira. Sempre leio, pois acho muito legal o que ela escreve e na edição de agosto/11 ela escreveu sobre a tecnologia moderna e as relações entre pais e filhos. Curti e me identifiquei muito com o texto, e resolvi compartilhar aqui no blog.

Querido filho Tom,

Pede, por favor, para a vovó ligar o Skype que a mamãe quer falar com você.

Não sei se na sua vez de ser pai, filho, o teletransporte já será realidade, mas o fato é que, hoje, usar o Skype quando a gente viaja para ligar para você toda hora (sempre com um Wi-Fi) é uma delícia.

Compartilhar fotos e acontecimentos em tempo real, então, nem se fala: “Olha como o Tom está vestido para a festa de São João”, “olha o que mamãe e papai estão fazendo agora”. A saudade não diminui. mas a culpa de estar fazendo uma viagem sem criança, sim. E isso já libera um peso extra em qualquer bagagem.

É tão curioso ver sua relação com a tecnologia, filho.

Computador lá em casa é sinônimo de muita coisa: joguinhos, fotos, filmes, desenhos antigos no Youtube. Você já se acostumou, por exemplo, a usar o Skype para, de vez em quando, desenhar com o primo que mora na Nova Zelândia ou almoçar com a vovó em Salvador.

Mas o computador, ao mesmo tempo que aproxima, também atrapalha, e mamãe pede desculpas por tantas vezes que já teve, e que certamente ainda vai ter, que trabalhar no fim de semana.

Um dia desses você falou: “mamãe, quando eu crescer, não quero ter computador.” Perguntei: por que, filho? ”Porque eu não quero trabalhar, eu quero é cantar!”

Opa, aí você esbarrou no meu passatempo preferido: imaginar o que você vai ser quando crescer.

São tantas as possibilidades, filho.

Nesse caso, por melhor que seja a tecnologia, eu e seu pai damos preferência aos estímulos mais analógicos do que os digitais. As embalagens de suco, aveia e leite, por exemplo, são disputadas exaustivamente lá em casa. De um lado, eu, sempre tentando organizar o lixo reciclado, do outro, você e suas esculturas de sucatas.

Agendas de brinde viram grandes cadernos de desenhos e até mesmo o álbum do Club Penguin pode ser feito com papéis grampeados, recortes e cola. Música está sempre presente (talvez por isso o seu desejo de cantar?)  E é muito bacana ver a evolução da sua compreensão de mundo.

De uns tempos para cá, você passou a prestar atenção às letras das músicas do seu playlist de dormir. Quando você era bebê, ouvia os clássicos dos Rolling Stones, Beatles, PinkFloyd e outros, na versão pianinho, sem letra. Hoje,quem te embala é o João Gilberto. E é o João original mesmo, com o seu violão, suas letras, suas temáticas. Um dia, diante de tamanha informação bem na hora que deveria ser um soninho tranquilo, você me pergunta: ”Mamãe, por que é que esse João Gilberto diz que cantando ele manda a tristeza embora? Ele precisa ficar triste para cantar? Eu não.” Eu também não, filho, eu também canto quando estou feliz.

Um beijo,

Mamãe

por ANDREA SIQUEIRA, mãe de Tom
FALE COM ELA: ANDREA.COLUNISTA@REVISTAPAISEFILHOS.COM.BR
 
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Publicado por em setembro 29, 2011 em RELACIONAMENTO, TECNOLOGIA

 

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QUANDO O iPHONE NOS DEIXA NA MÃO

Texto de GISELA RAO, publicado na Revista Alpha de fevereiro de 2011

Foi-se o tempo em que a gente tinha de disputar a atenção do nosso homem apenas com o futebol. A tarefa era difícil, mas não chegava a ser árdua. Era só tentar trocar o meia de ligação por uma meia com cinta-liga e animar o ponta de lança do rapaz. Que saudades dessa época, quando, no mínimo, a empreitada acabava no zero a zero. Agora, com a chegada dos gadgets, a briga é desleal. Quando a gente
chega do supermercado com dez sacolas nas mãos e nosso namorado desce as escadas do predinho (sem elevador) correndo e, em vez de nos ajudar, mostra o Milestone novo que ele comprou… Isso só pode significar uma coisa: hoje não vai ter sexo!

Pois é, essa fala até um tempo atrás era das mulheres, para a frustração da rapaziada. E também não se ouvem mais as frases: “Ou esse seu amigo solteiro e sem-vergonha ou eu” nem “Ou esses 50 tipos diferentes de cerveja na geladeira ou eu” e muito menos “Ou esse labrador fedorento ou eu”. Ao contrário, pobre do labrador fedorento, que agora passa seus tristes dias sem ninguém para atirar a bolinha. Se ao menos o iPhone pudesse ser atirado, ele o buscaria feliz da vida, tentando não babar na proteção de silicone da tela do alienzinho diabólico.

Sim, é verdade, estamos com ódio de seus brinquedos eletrônicos e não sabemos como lidar com essa
parada. Não dá nem para ouvir mais o CD do Barry Manilow em casa, porque isso lembra o BlackBerry
dele e aí já viu. O psiquiatra Flávio Gikovate alerta: “Não está fácil encontrar um relacionamento capaz
de sobreviver a um mundo em que cada vez é mais interessante ficar sozinho”. A gente até tenta ter simpatia pelas “coisas”, tenta cultivar uma amizade. Damos apelidinhos meigos, como “A-fonso” para o iPhone e “Minestrone” para o Milestone. Mas não adianta, nos sentimos rejeitadas, relegadas a segundo plano e, mesmo assim, o cara não desgruda a fuça de lá. Não, não, nem pensar em ficarmos sentadas no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar… O jeito é arrumar nossos próprios brinquedinhos ou voltar para o “Nestor”, o vibrador.

Gisela Rao é publicitária. escritora, blogueira e caçadora de lendas urbanas femininas.

Escreva para ela: giselarao@uol.com.br

 
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Publicado por em setembro 27, 2011 em CRÔNICAS E CONTOS, RELACIONAMENTO, TECNOLOGIA

 

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Comentários sobre Justice League #1

Como muitas criticas que li já alertavam, esta primeira história é muito curta. Não apresenta nenhum conteúdo mais profundo, apenas dicas do que poderá ser o tema deste primeiro arco, algo sobre uma caixa materna de Apokalips. A ênfase maior está no reencontro com alguns dos nossos heróis que formarão a nova Liga da Justiça. Sim, formarão, pois como se trata do reinicio do Multiverso DC, está tudo começando do zero.

Desta forma, vemos primeiramente um Batman ainda desconhecido, seguido da aparição de Hal Jordan como Lanterna Verde, que se junta ao morcegão e partem para encontrar “aquele cara em Metropólis”, ou seja, Superman. Uma coisa curiosa é quem esses heróis ainda não se conhecem, nunca haviam se encontrado antes. Batman, como sempre, já havia estudado cada um deles, sabendo tudo à respeito. Ele, por exemplo, sabe que Superman é perigoso, pois é muito poderoso, e sendo assim, alguém em quem não se pode confiar.

Por falar em Superman, a pequena aparição já dá indícios de sua mudança de personalidade. Aquela sensibilidade, o ar de “escoteiro” bondoso já parece ser uma característica do passado.

Quem também dá as caras é Vic Stone, o futuro Cyborg. Mas só para dar uma introdução de seu personagem na trama, sem esclarecer exatamente o que está por vir e o como ele e seu pai cruzarão o caminho dos demais heróis em Metropólis.

Bom, melhor parar por aqui, pois eu ia fazer apenas um pequeno comentário e quase escrevi uma crítica completa e contei toda a história.

 
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Publicado por em setembro 3, 2011 em HQs

 

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Plano Econômico Anti-crise Pessoal

By Y. Camargo

Crises financeiras vão e vem, e há crises que já tomaram o mundo de muita gente, ou seha, pequenas crises que atingem o controle das finanças pessoais e comprometem a qualidade de vida.

Em épocas de crises é comum vermos o lançamento de planos e pacotes econômicos anti-crise, por isso desenvolvi há três anos o meu próprio plano pessoal anti-crise, afinal, a boa saúde financeira é essencial para uma vida com mais qualidade e, porque não dizer, felicidade.

Dei uma revisada e atualizada neste plano, que estou republicando hoje aqui.

Orçamento

A primeira coisa a fazer é elaborar uma planilha de orçamento para saber exatamente qual a condição financeira no momento. Na internet existem várias planilhas que podem ser usadas como modelo, bastando adaptar de acordo com as necessidades. No meu caso, dividi meu orçamento da seguinte forma:

RECEITAS: Tudo o que recebo, minha remuneração, seja salário, vale-refeição, alimentação, 13º etc.

DESPESAS FIXAS – BÁSICAS: São despesas das quais não tem como fugir, estarão lá todo mês e devem ser priorizadas, como por exemplo aluguel, IPTU, luz, água, supermercado etc.

DESPESAS FIXAS – NECESSÁRIAS: Não são prioridade máxima, mas de certa forma necessárias em minha vida e também aparecerão mensalmente em minhas contas.

DESPESAS EVENTUAIS: São despesas que não aparecem todos os meses, às vezes acontecendo apenas uma vez por ano, como IPVA, cursos, gás de cozinha, farmácia etc.

COMPROMISSOS FINANCEIROS: Compromisso assumidos com financeiras, cheques pré-datados, etc.

PENDÊNCIAS FINANCEIRAS: Composto principalmente por dívidas bancárias, ou seja, aquela que ou você paga ou entra num labirinto financeiro. Nesta categoria estão o cheque especial, cartão de crédito, empréstimos etc.

Um orçamento de três meses já é o suficiente para se ter um panorama completo e tomar medidas de curto prazo quanto necessário.

Economia ao pé da letra

O dicmaxi – Dicionário Eletrônico – define economia como: 2 Boa administração ou ordem da casa, de estabelecimento, bens particulares ou públicos. 3 Hábito de poupar, moderação nas despesas; poupança, parcimônia. 4 Dinheiro acumulado por efeito de poupança ou boa ordem, em qualquer administração particular ou pública. 6 Filos Realização de um fim pelos meios mais simples. 7 Aproveitamento eficiente de recursos (material, espaço, tempo etc.), com redução ao mínimo do gasto desses elementos.

Tendo terminado meu orçamento de três meses o resultado que encontrei não foi nada animador. Em três meses o estouro em minha conta corrente será de quase 150%, ou seja, até dezembro eu estarei gastando mais que duas vezes mais o que ganho e não é preciso ser gênio em economia para saber que isso não é bom. É hora de por em prática os significados da palavra economia.


Moderação nas despesas e aproveitamento eficiente de recursos estabelecendo metas de redução de despesas

Pego a planilha e começo a analisar gastos por gasto, despesa por despesa. Meu objetivo aqui é: reduzir o que puder ser reduzido e cortar o que puder ser cortado. Nem toda despesa pode ser reduzida, mas no que for possível tentarei reduzir ao máximo.

Nem toda despesa pode ser reduzida, mas no que for possivel tentarei reduzir ao máximo

Nem toda despesa pode ser reduzida, mas no que for possível tentarei reduzir ao máximo

Aluguel – Esta é uma das despesas que não podem ser reduzidas nem cortadas.

IPTUOutra despesa sobre a qual não tenho poder nenhum, a não ser o poder de pagar.

Luz (meta de redução: 30%) – Meu consumo de energia elétrica é baixo já que moro sozinho e passo a maior parte do tempo fora de casa. Mas como economia é economia, fui me informar sobre formas de reduzir esta despesa. Bom, que geladeira e chuveiro são os grandes vilões da conta de luz todos já sabem. Porém encontrei algumas coisas onde posso moderar e aproveitar melhor o recurso de energia doméstica.

1º Apagar todas as luzes de cômodos que não estão sendo utilizados.

2º Desligar a TV quando não estiver assistindo. Às vezes gosto de ficar ouvindo a TV enquanto estou no computador. Pois bem, se já estou na frente do computador porque não ouvir o computador, colocando uma música ou até uma rádio on-line pra tocar enquanto trabalho.

3º Desligar caixas de som e monitor quando não estiver em frente ao micro. Sempre deixo arquivos baixando da Internet, mas quando não estiver em frente ao micro, muitas vezes até fora de casa, posso deixar apenas a CPU ligada enquanto os downloads são concluídos e também configurar o computador para ser desligado logo após a conclusão dos downloads.

4º Evitar o efeito stand by dos equipamento eletrônicos (sabe aquela luzinha vermelha da TV?!) que de acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) consome cerca de 20% do total de consumo de uma conta de luz. Minha opção: Desligar TV, DVD, videogame, microondas e receptor de TV da tomada quando não estiver em casa.

Água – Já pago o mínimo, não tem como ser mais econômico.

Pós-graduação – Também não tem como mexer, até porque já pago um valor muito mais em conta por fazer um curso à distância.

Inglês – Não tem como reduzir, mesmo porque a empresa já custeia 85% da mensalidade.

Celular (meta de redução: 11%) – Pra reduzir esta despesa só falando menos e controlar os minutos gastos para não ultrapassar o valor do pacote mensal. Uma boa dica é ficar sempre de olho nas promoções de telefonia celular que oferecem ligações gratuitas ou mais em conta (geralmente para números da mesma operadora ou fixo). Pra finalizar, como tenho dois aparelhos, comprei um OI chip, ou seja, por apenas R$ 20,00 vou poder realizar chamadas para outros celulares OI (a maioria dos meus amigos compraram) e fixos na faixa por três meses. Esta promoção tem seus limites, mas mesmo assim é vantajosa.

Internet – Estou com a velocidade que oferece o melhor custo/beneficio, então optei por não mexer nesta despesa, mas aproveitá-la para tentar reduzir os gastos com TV por assinatura.

Telefone fixo (meta da redução: 15%) – Alterei meu plano para um econômico, onde realizo apenas chamadas locais, mas posso continuar utilizando a Internet Banda Larga que é o que mais me interessa. A assinatura deste plano é mais barata e como eu ligo pouco para DDD e celular, posso utilizar os minutos do plano do celular ou comprar créditos para usar com a linha fixa.

Gasolina (meta de redução: 50%) – Aqui não tem jeito, pra economizar tenho que reduzir a rodagem, buscar caminhos mais rápidos, usar combustível de qualidade e às vezes utilizar o transporte coletivo. E comprar gasolina mais barata também, pesquisando sempre para obter qualidade e bom preço. Pra ter uma idéia, onde eu moro a postos que vendem gasolina à R$ 2,59, talvez até mais caro, enquanto eu compro gasolina comum num posto de qualidade e fiscalizado perto de casa por R$ 2,24, no meu caso, uma economia de R$ 16,00 num tanque cheio.

Supermercado (meta: Manter as despesas dentro do valor do vale-alimentação) – recebo vale-alimentação na empresa em que trabalho, mas os gastos mensais às vezes acabam estourando o valor do beneficio me fazendo usar dinheiro da minha conta para fazer compras no supermercado. Para evitar isso a estratégia é sempre fazer uma lista das coisas necessárias, comer antes de fazer compras e pesquisar sempre. Eu até tinha um cartão de um clube de compras mas percebi que não vale a pena já que eu não compro tanto e em grandes quantidades. Pesquisar vale mais a pena!

Lazer (meta de redução: 50%) – Este foi a situação mais difícil de estimar uma média, pois os gastos diferem muito de um mês para outro. Em um mês gastei R$ 70,00 e no outro mais de R$ 500,00. Por isso é importante uma administração eficiente e bem controlada. As ações estratégicas neste caso são:

  • Cozinhar mais: comer fora é caro, comer em casa é econômico. Com criatividade e boa companhia também pode ser muito gostoso. Claro que sair pra comer vez ou outra é bom, mas minha preguiça me fazia gastar comendo fora sempre. Cozinhar também é mais barato que comida pronta, além de mais saudável.

  • DVD: um bom filme no conforto do lar é sempre muito bom, mais barato que o cinema, você põe quanto quiser de manteiga na pipoca e se tiver boa companhia tudo fica ainda melhor. Se o filme for chato a perda e decepção não é tão grande e se você estiver sozinho pode rolar um outro DVD… Deitar, Virar, Dormir.

Ainda falando sobre DVDs, eu gosto muito de séries e estes são uns dos poucos DVDs que eu gosto de comprar. Mas hoje em dia o preço está abusivamente alto. Por isso, por enquanto, ao invés de comprar minhas séries favoritas vou apenas baixar os episódios da Internet. A qualidade é perfeita, não pago nada e nem preciso esperar sair em DVD, na verdade não preciso esperar nem chegar a minha TV por assinatura, já que os episódios são disponibilizados para download algumas horas depois de sua exibição inédita nos EUA. Pra quem não fala inglês, só baixar a legenda em sites especializados ou esperar alguém colocar um arquivo com o episódio já legendado para download.

·Na faixa: Comecei a procurar alternativas de lazer e cultura grátis ou com ingressos populares perto de casa e me surpreendi com a quantidade de coisa boa pra fazer. Numa rápida pesquisa encontrei ótimas opções de coisas pra fazer:

    • Show do Zeca Baleiro, do lado de caso – entrada franca.
    • Parque Villa-lobos, a 10 minutos de casa.
    • Festa do Cinema em todos os cinemas Severiano Ribeiro e Kinoplex, todos os filmes, todos os horários – Inteira: R$ 6,00 – Meia: R$ 3,00.
    • Casa das Rosas, na Avenida Paulista – visitação gratuita.
    • Parque do Ibirapuera, a 25 minutos de casa.
    • Museu da Imagem e do Som – MIS, Av. Europa – exposições e midiateca gratuitas e sessões de cinema a R$ 8,00 (estudantes).
    • Parque Ecológico de Tietê, Núcleo de Lazer Eng. Goulart
    • Parque Estadual Cantareira, Tremembé – entrada R$ 2,00
    • Espetáculo “Na balada” – Teatro vivo – Grátis
    • Espetáculo “The Tempest” – Teatro Cultura Inglesa – Pinheiros – Grátis (em inglês).
    • Espetáculo “Pride and Prejudice” – Teatro Cultura Inglesa – Pinheiros – Grátis (em inglês).
    • Espetáculo “Any Other Friday” – Auditório Cultura Inglesa – Higienópolis – Grátis (em inglês).
    • Ingressos para teatro (bem) mais barato pela APETES`P – Campanha da APETESP “Teatro é um barato” com termino previsto para 21/12/2008 oferece ingressos para dezenas de peças com descontos http://www.apetesp.org.br/campanha/comocomprar.htm.

TV por Assinatura(meta de redução: 40%): Quase não paro em casa, pra que ter mais de 50 canais se não assisto nem 10? Minhas opções são: tentar um pacote mais em conta com menos canais ou adquirir um pacote de outra provedora de TV, aproveitando o desconto para pacotes de TV + Internet. Essas promoções poderão também ser utilizadas como subsidio em negociação com minha atual provedora para conseguir descontos e redução do pacote. Nada de pacotes adicionais. Nada de pay-per-view.

IPVA: Mais um imposto, mas neste caso nós de São Paulo podemos utilizar os créditos da Nota Fiscal Paulista para deduzir do valor do IPVA. Como eu não estava botando muita fé neste programa eu não dei meu CPF tantas vezes quanto deveria, mas ainda sim consegui um crédito de R$ 36,97.

Estacionamentos: Este se tornou um mercado muito lucrativo num país onde as pessoas têm medo de deixar seus carros na rua, preferindo pagar a correr o risco de ter o carro roubado. Mas há algumas formas de economizar.

  • Estacionamentos gratuitos – alguns shoppings e hipermercados ainda oferecem estacionamento gratuito para seus clientes. Mesmo que signifique andar uns 5 ou 10 minutos mais deixar o carro nestes estacionamentos é mais seguro que deixar na rua e você não paga nada por isso.

  • Estacionamentos pagos – Alguns hipermercados e shoppings oferecem horas de estacionamento grátis para clientes que gastam determinadas quantias. Você pode aproveitar a hora do almoço ou das compras para fazer outras coisas por perto dentro do limite das horas oferecidas pelo estacionamento.

  • Lava-rápido – Costumo deixar para lavar o carro quando preciso ir até o centro para resolver alguma coisa. Assim ao invés de pagar o valor do estacionamento e da lavagem pago apenas a lavagem. Economia de dinheiro e de tempo.

Manutenções automotivas: Aqui mais uma vez a pesquisa é a chave do negócio, por exemplo, eu estou precisando regular a cambagem do carro. No primeiro lugar que levei o carro, nestes centros de serviços de hipermercados, queriam me cobrar R$ 210,00 pelo serviço. Entrei em contato com um outro centro automotivo, uma rede grande e conhecida na verdade, e o mesmo serviço sairia por R$ 95,00, quer dizer, R$ 115,00 (54%) de diferença. Só por curiosidade perguntei num centro de serviços perto de casa, simples, mas confiável, e o serviço custaria R$ 70,00.

Compromissos financeiros: No caso das parcelas do carro não tem o que fazer, só pagar. Quanto às demais despesas o ideal é comprar apenas o necessário, evitar parcelar e usar cheques pré-datado apenas se não for possível comprar à vista.

Cartão de Crédito (meta de redução: 50%) e Cheque Especial (meta de redução: 100%): São ilusões. Fazem-nos achar que temos um poder de compra maior do que realmente temos e podem se transformar numa doença para a saúde financeira, que pode ser letal. Mas às vezes é um mal necessário e nestes casos o ideal é tomar cuidado, se planejar e ter limites compatíveis com sua capacidade de endividamento. Do que adianta um limite de R$ 3.000,00 se você não consegue pagar nem R$ 1.000,00? Quanto maior o limite maior a ilusão. Também é preciso ter muito cuidado com atrasos por causa das multas e juros altíssimos e com o uso do crédito rotativo que cobra taxas de juros absurdamente altas, geralmente acima de 10% ao mês. O cheque especial só deve ser usado em caso de urgência, ou de vez em quando já que os juros são bem mais elevados do que nos empréstimos pessoais.


Anotar tudo

Segundo a economista Sandra Blanco, autora do livro “Mulher inteligente valoriza o dinheiro”, uma boa alternativa para quem quer ter noção do custo de vida é anotar absolutamente tudo, desde as pendências financeiras essenciais à sua sobrevivência aos supérfluos. “Passe alguns meses anotando tudo o que pagar, fazendo o registro no ato”, recomenda Sandra, que também recomenda diferenciar a separar as despesas fixas das variáveis, ou seja, as quantias previamente definidas, como prestações e tarifas, e o que se desembolsa conforme o uso.

Usar um caderno ou qualquer outra forma para anotar todos os gastos pode ajudar a ter total controle sobre as despesas e resistir às tentações de gastar o dinheiro com produtos que raramente serão utilizados ou são desnecessários. Muitas vezes os pequenos gastos acumulados se tornam grandes despesas que podem ser reduzidas ou até eliminadas.


Suporte tecnológico

A tecnologia da informação pode ser uma grande aliada na administração das finanças pessoais. Para facilitar meu controle instalei em meu pendrive um software bem fácil de usar e que atende minhas necessidades, o Personal Finances 3.0, mas o legal dar uma pesquisada no Google e em sites de downloads para encontrar o programa certo para cada necessidade.

Muitas vezes os pequenos gastos acumulados se tornam grandes despesas que podem ser reduzidas ou até eliminadas

Muitas vezes os pequenos gastos acumulados se tornam grandes despesas que podem ser reduzidas ou até eliminadas

 
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Publicado por em agosto 18, 2011 em RELACIONAMENTO

 

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Publicado por em agosto 16, 2011 em Android, TECNOLOGIA

 

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